Saltar para o conteúdo principal da página
Património Cultural
Customer area

Biodiversidade Musealizada: Formas que comunicam

<p><strong>Sinopse</strong></p>
<p>Neste livro é discutida a museografia de museus de história natural e, de forma mais ampliada, em museus científicos, como meio de registo de práticas científicas e museológicas.<br /><br data-mce-fragment="1" />A partir de detalhada revisão da literatura, fontes documentais e visitas técnicas a instituições europeias e latino-americanas foi construído um modelo teórico de padrões museográficos, ou seja, formas de expor acervos associadas ao design, textos e legendas, iluminação, audiovisual, multimédia e a relação do acervo e do visitante perante o discurso museológico.<br /><br data-mce-fragment="1" />Diante deste modelo, a autora partiu para uma pergunta que permitiu analisar exposições à luz dos padrões propostos: “é possível musealizar a biodiversidade?”<br />O conceito “biodiversidade” foi selecionado dado que tem sido vastamente utilizado, tanto pela comunidade académica, como também pelos diferentes media, desde os anos de 1990 (marco temporal), quando também já eram grandes as preocupações sobre a perda de habitats naturais, associado ao medo da superpopulação humana e ao esgotamento dos recursos naturais.<br /><br data-mce-fragment="1" />Nos estudos realizados sobre casos lusófonos (Portugal e Brasil), verificou-se a preponderância do curador-científico: concluiu-se que vemos a biodiversidade sob a lente dos investigadores que compõem as equipas curatoriais, considerando especialmente as suas áreas de especialização, o que por vezes também definiu o padrão museográfico.<br /><br data-mce-fragment="1" />Verificou-se que, como visitantes, somos convidados a ser espectadores da natureza. Todavia, dado que não somos “sábios”, como os profissionais que fazem as seleções e ordenações dos tipos que estão nas exposições, cabe-nos contemplar séries de “coisas” que têm “lições” predefinidas para nos contar.</p>
<p><strong>Autora<br /></strong>Mariana Galera Soler é licenciada em Ciências Biológicas e mestre em Museologia, com ambos os títulos obtidos na Universidade de São Paulo. A tese de doutoramento em História e Filosofia da Ciência, com especialização em Museologia, foi obtida na Universidade de Évora, resultando esta obra do desenvolvimento da tese.<br />A autora possui mais de uma década de experiência profissional em museus científicos brasileiros e desde 2017 colabora em projetos em parceria com instituições portuguesas. Atualmente é investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea - Polo da Universidade de Évora e é gestora de comunicação do Centro Interdisciplinar de História, Cultura e Sociedade desta universidade.</p>

Sinopse

Neste livro é discutida a museografia de museus de história natural e, de forma mais ampliada, em museus científicos, como meio de registo de práticas científicas e museológicas.

A partir de detalhada revisão da literatura, fontes documentais e visitas técnicas a instituições europeias e latino-americanas foi construído um modelo teórico de padrões museográficos, ou seja, formas de expor acervos associadas ao design, textos e legendas, iluminação, audiovisual, multimédia e a relação do acervo e do visitante perante o discurso museológico.

Diante deste modelo, a autora partiu para uma pergunta que permitiu analisar exposições à luz dos padrões propostos: “é possível musealizar a biodiversidade?”
O conceito “biodiversidade” foi selecionado dado que tem sido vastamente utilizado, tanto pela comunidade académica, como também pelos diferentes media, desde os anos de 1990 (marco temporal), quando também já eram grandes as preocupações sobre a perda de habitats naturais, associado ao medo da superpopulação humana e ao esgotamento dos recursos naturais.

Nos estudos realizados sobre casos lusófonos (Portugal e Brasil), verificou-se a preponderância do curador-científico: concluiu-se que vemos a biodiversidade sob a lente dos investigadores que compõem as equipas curatoriais, considerando especialmente as suas áreas de especialização, o que por vezes também definiu o padrão museográfico.

Verificou-se que, como visitantes, somos convidados a ser espectadores da natureza. Todavia, dado que não somos “sábios”, como os profissionais que fazem as seleções e ordenações dos tipos que estão nas exposições, cabe-nos contemplar séries de “coisas” que têm “lições” predefinidas para nos contar.

Autora
Mariana Galera Soler é licenciada em Ciências Biológicas e mestre em Museologia, com ambos os títulos obtidos na Universidade de São Paulo. A tese de doutoramento em História e Filosofia da Ciência, com especialização em Museologia, foi obtida na Universidade de Évora, resultando esta obra do desenvolvimento da tese.
A autora possui mais de uma década de experiência profissional em museus científicos brasileiros e desde 2017 colabora em projetos em parceria com instituições portuguesas. Atualmente é investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea - Polo da Universidade de Évora e é gestora de comunicação do Centro Interdisciplinar de História, Cultura e Sociedade desta universidade.

Reference: IPPBLIV07645401

Size:

Weight:

Buy now

+ Add to basket
Unit
Price
19.61€

See also:

Unit Price:
12.50€

Ricordo di Venezia

Reference: IPPBLIV15312050

Unit Price:
22.50€

Unit Price:
19.61€