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Museu do Côa

Os Sítios de arte rupestre pré-histórica do vale do Côa revelados desde finais de 1994, foram classificados pela Unesco como Património Mundial em Dezembro de 1998. Em Agosto de 1996, no sentido de salvaguardar, estudar e promover a sua visita pública foi criado o Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC). É simultaneamente criado o Centro Nacional de Arte Rupestre, tendo em vista prosseguir e aprofundar o estudo continuado da arte do Côa. Este serviço dependente da Administração Central, ficou igualmente sediado em Vila Nova de Foz Côa sendo extinto em Maio de 2007, consequência do PRACE. O PAVC, passou a assegurar o estudo da arte rupestre e a sua conservação além da fruição pública de alguns Sítios de Arte rupestre selecionados. Com a descoberta de novos dados arqueológicos, com o reconhecimento internacional da Arte do Coa, criaram-se as condições para a construção de uma unidade museológica que sintetizasse o longo ciclo da Arte rupestre do Vale do Côa. Assim nasceu o Museu do Côa, inaugurado em 30 de Julho de 2010.

O Museu do Côa começou a ser pensado logo desde os primeiros dias da polémica do Côa em 1995. Mas será só após a classificação da Arte do Côa como Património Mundial, que o governo português se compromete com a construção de um grande museu de sítio. O primeiro projecto (1998) esteve pensado para o local do paredão da barragem do Baixo Côa, entretanto abandonada. Por decisão do Governo (2002) o actual museu ganha corpo, em novo local junto à foz do Côa. A obra inicia-se em Janeiro de 2007 e é inaugurado em Julho de 2010. O projecto de arquitectura é da autoria da dupla de arquitectos Tiago Pimentel e Camilo Rebelo, muito inspirada na “Land Art”, integrando-se em harmonia na envolvente, captando-lhe as cores e a luminosidade e não a esmagando com a sua pesada mas discreta volumetria.

Uma vez que “o verdadeiro museu é o Vale”, as colecções de originais guardadas no museu são uma amostragem, constituídas por peças de arte móvel paleolítica recuperadas em contexto de escavação e artefactos arqueológicos que vão sendo descobertos nos trabalhos de pesquisa que aqui prosseguem desde a criação do Parque Arqueológico.

Conteúdos da responsabilidade do museu e editados pela DGPC

Contactos e
Localização

Tutela:
Fundação Côa Parque
Director(a):
Fernando Real (Presidente da Fundação Côa Parque)
Endereço:
Rua do Museu - 5150-620 Vila Nova de Foz Côa
GPS:
Lat: 0 Long: 0
Telf(s):
+ 351 279 768 263/0
Fax(s):
+351 279 768 270
E-mail:
geralmuseu@arte-coa.pt
Site:
http://www.arte-coa.pt/

Como chegar: Acesso sul: A23/A25/IP2 até Vila Nova de Foz Côa Acesso norte: A4/IP4/IC5/IP2 Acesso este: EN 122 (direto por Almeida) ou A25/IP2
Comboios: Linha do Douro - estação do Pocinho (cerca de 10km); Linha da Beira Alta - estação de Celorico da Beira (cerca de 56Km - ligação por táxi).
Autocarros urbanos: Até Vila Nova de Foz Côa
Barco: Existem acordos de colaboração com operadores turísticos fluviais: Barca Douro

Estacionamento: Parque de estacionamento disponível para 52 viaturas e 10 autocarros

Acessibilidade: O Museu do Côa cumpre a legislação em vigor no que respeita a acessibilidade reduzidas ou dificuldade motora. Além de acessos facilitados por rampas suaves e elevadores, o Museu do Côa disponibiliza cadeiras de rodas durante a visita à área expositiva.

Terça a Domingo das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00

As visitas ao Parque Arqueológico carecem de marcação antecipada, através de:

visitas@ arte-coa.pt ou 279 768 260), condicionada ao horários disponíveis.

                                                           

Ingresso

Bilhete normal: 5,00€

Isenções:

Crianças até aos 10 anos. – Membros da APOM/ICOM, ICOMOS, Academia Nacional de Belas-Artes, Academia Portuguesa de História, Academia Internacional da Cultura Portuguesa, Associação dos Amigos dos Monumentos e dos Amigos dos Castelos (APAC), Associação dos Amigos do Parque e Museu do Côa (Acôa), Associação de Arqueólogos Portugueses (AAP) e Associação Profissional de Arqueólogos (APA).
 – Investigadores e outros profissionais (críticos de arte, jornalistas, guias, intérpretes e demais profissionais de informação turística e motoristas do grupo) no desempenho das suas funções e devidamente identificados.
 – Funcionários dos organismos fundadores (DGPC, Turismo do Porto e Norte de Portugal, Agência Portuguesa do Ambiente, Município de V. N. Foz Côa e Associação de Municípios do Vale do Côa), devidamente identificados (ver nota 3).
 – Convidados da Fundação Côa Parque

Descontos:

– Cartão Jovem – 50% (para visitas ao Vale do Côa e Museu)

– Pessoas com idade igual ou superior a 65 anos e Universidades Sénior - 50% (para visitas ao Vale do Côa e Museu)

– Portadores de deficiência – 50% (para visitas ao Vale do Côa e Museu)
– Bilhete de grupo para visita ao Museu (se adquiridos com antecedência mínima de 24 horas; podem ser adquiridos até um ano antes; não há reembolso se a visita for cancelada):

- 100 a 200 bilhetes – 5%
- 201 a 500 bilhetes – 10%

- Mais de 501 bilhetes – 20%

Loja

Cafetaria/ restaurante

Jardim, esplanada

Auditório com sala polivalente de apoio

Exposições permanente e temporárias

Centro 
de documentação / biblioteca

Serviços Educativos e um heliporto.

Possui ainda preventivamente equipamento de emergência médica (desfribilhador, material de primeiros socorros e técnicos habilitados para o seu uso).

Na área do Parque arqueológico existe um sistema de comunicação rádio autónomo, licenciado pela Marconi, para segurança dos visitantes, estando a base principal localizada no gabinete de vigilância permanente do Museu.

Os serviços de emergência médica localizam-se na proximidade, a cerca de 2 Km do Museu.

 

 

 Actividades:  Existe uma equipa vocacionada para o Serviço Educativo que promove actividades e eventos do Museu do Côa e no Parque arqueológico do Vale do Coa.

- Côa a Siega Verde: A Arte da Luz; - Cadernos do Côa 06 "Maria Lino: A Essência das Coisas", coordenação : Jorge Davide Sampaio, 2013; - Cadernos do Côa 07: " Técnologia Tradicional do Sumagre no Douro Superior: Etnobotânica, História, Cultura e Património", Lois Ladra - 2013;  - Prospecto Educativo - 2014

Última actualização: 01 Agosto 2014

Rede Portuguesa de Museus

A Rede Portuguesa de Museus (RPM) é um sistema organizado de museus, baseado na adesão voluntária, configurado de forma progressiva e que visa a descentralização, a mediação, a qualificação e a cooperação entre museus.

A Rede Portuguesa de Museus é composta pelos 146 museus que atualmente a integram. A riqueza do seu universo reside na diversidade de tutelas, de coleções, de espaços e instalações, de atividades educativas e culturais, de modelos de relação com as comunidades e de sistemas de gestão.

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