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Património Cultural

O Palácio Nacional da Ajuda e a Sua Afirmação Como Museu

<p class="MsoNormal">O Paço Real da Ajuda, residência real e edifício ligado à representação do poder monárquico constitucional, mudou de funções depois da revolução de outubro de 1910. Passando por um processo demorado de arrolamento dos bens existentes, o agora denominado Palácio Nacional da Ajuda, passou a ter utilizações protocolares ligados à Presidência da República e foi o local escolhido para gerir um possível “garde-meuble” nacional. Contudo, o caráter de antigo paço real foi mantido, permitindo uma progressiva consciencialização da inevitável musealização do local.</p>
<p class="MsoNormal">Edifício central na memória da Monarquia em Portugal, encarado pela República como local apetecível para diversas funções, o Palácio Nacional da Ajuda seria utilizado pelas instituições deste regime para diversos fins. Porém, dentro de um quadro de tentativa de valorização do conjunto, também sugerido pelas diversas tentativas de conclusão do edifício, as suas características patrimoniais e museológicas marcaram sempre uma posição significativa e incontornável, afirmando-se progressivamente como museu, sendo apresentado ao visitante como Palácio-museu.</p>
<p class="MsoNormal">Através deste livro propomos analisar a evolução do Palácio Nacional da Ajuda, de outubro de 1910 até ao ano de 1981, dando destaque à ação das personalidades fundamentais nos primeiros anos da República (João Taborda de Magalhães e Custódio José Vieira) e analisando a atividade dos seus administradores / conservadores: Armando Porfírio Rodrigues (1911-1938), Manuel Carlos de Almeida Cayola Zagalo (1938-1964) e Armindo Ayres de Carvalho (1964-1981).</p>
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O Paço Real da Ajuda, residência real e edifício ligado à representação do poder monárquico constitucional, mudou de funções depois da revolução de outubro de 1910. Passando por um processo demorado de arrolamento dos bens existentes, o agora denominado Palácio Nacional da Ajuda, passou a ter utilizações protocolares ligados à Presidência da República e foi o local escolhido para gerir um possível “garde-meuble” nacional. Contudo, o caráter de antigo paço real foi mantido, permitindo uma progressiva consciencialização da inevitável musealização do local.

Edifício central na memória da Monarquia em Portugal, encarado pela República como local apetecível para diversas funções, o Palácio Nacional da Ajuda seria utilizado pelas instituições deste regime para diversos fins. Porém, dentro de um quadro de tentativa de valorização do conjunto, também sugerido pelas diversas tentativas de conclusão do edifício, as suas características patrimoniais e museológicas marcaram sempre uma posição significativa e incontornável, afirmando-se progressivamente como museu, sendo apresentado ao visitante como Palácio-museu.

Através deste livro propomos analisar a evolução do Palácio Nacional da Ajuda, de outubro de 1910 até ao ano de 1981, dando destaque à ação das personalidades fundamentais nos primeiros anos da República (João Taborda de Magalhães e Custódio José Vieira) e analisando a atividade dos seus administradores / conservadores: Armando Porfírio Rodrigues (1911-1938), Manuel Carlos de Almeida Cayola Zagalo (1938-1964) e Armindo Ayres de Carvalho (1964-1981).

 

Referência: IPPBLIV19005501

Dimensões: 17x24 cm; 550pp.

Peso:

Unitário
Preço
19,61€

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Ricordo di Venezia

Referência: IPPBLIV15312050

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