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Metamorfoses da Humanidade | Metamorphoses of Humanity, GRAÇA MORAIS

<div>Um conjunto de mais de oito dezenas de desenhos e pintura sobre papel compõe a exposição Metamorfoses da Humanidade, da pintora Graça Morais.  Refletindo sobre as múltiplas faces da natureza humana, com as suas fragilidades e as suas aterrorizadoras atitudes predatórias, estes desenhos recentes de Graça Morais (realizados em 2018) oferecem-nos, como num espelho quebrado, os múltiplos reflexos dos nossos muitos medos quotidianos: a guerra, a exclusão, a perda absoluta, a fome, a morte. Em cada um dos trabalhos apresentados, como se em pequenos pedaços de um mundo estilhaçado, reconhecemos emoções que nos são íntimas. A voragem, a capacidade de destruir, a vontade de recusar ao outro a sua humanidade e dignidade, ou o desejo de domínio — tudo isso lá está. Mas não apenas isso. À parte o sofrimento das vítimas, também aí representadas, na sua silenciosa e derradeira resistência, na sua resiliente exigência de dignidade, desponta nestes trabalhos o teimoso caminho para a esperança. A empatia pelas vítimas, a capacidade de dar voz a quem a não tem, sente-se e ouve-se nestes trabalhos que mostram, como com uma lupa, as grandes tensões do nosso tempo, condensadas em imagens perturbadoras e tocantes.</div>
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<p>A exposição esteve patente no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança, no Museu Nacional de Arte Contemprânea do Chiado, em Lisboa e no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto.</p>
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Um conjunto de mais de oito dezenas de desenhos e pintura sobre papel compõe a exposição Metamorfoses da Humanidade, da pintora Graça Morais.  Refletindo sobre as múltiplas faces da natureza humana, com as suas fragilidades e as suas aterrorizadoras atitudes predatórias, estes desenhos recentes de Graça Morais (realizados em 2018) oferecem-nos, como num espelho quebrado, os múltiplos reflexos dos nossos muitos medos quotidianos: a guerra, a exclusão, a perda absoluta, a fome, a morte. Em cada um dos trabalhos apresentados, como se em pequenos pedaços de um mundo estilhaçado, reconhecemos emoções que nos são íntimas. A voragem, a capacidade de destruir, a vontade de recusar ao outro a sua humanidade e dignidade, ou o desejo de domínio — tudo isso lá está. Mas não apenas isso. À parte o sofrimento das vítimas, também aí representadas, na sua silenciosa e derradeira resistência, na sua resiliente exigência de dignidade, desponta nestes trabalhos o teimoso caminho para a esperança. A empatia pelas vítimas, a capacidade de dar voz a quem a não tem, sente-se e ouve-se nestes trabalhos que mostram, como com uma lupa, as grandes tensões do nosso tempo, condensadas em imagens perturbadoras e tocantes.

A exposição esteve patente no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança, no Museu Nacional de Arte Contemprânea do Chiado, em Lisboa e no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto.

Referência: IPPBLIV19928001

Dimensões:

Peso:

Unitário
Preço
24,00€

Veja também:

Preço Unitário:
12,50€

Ricordo di Venezia

Referência: IPPBLIV15312050

Preço Unitário:
22,50€

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Referência: IPPBLIV15312050

Preço Unitário:
22,50€