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Complexo Mineiro do Vale Superior do Rio Terva (núcleos de Poço de Freitas, Batocas e Brejo) - detalhe

Designação

Designação

Complexo Mineiro do Vale Superior do Rio Terva (núcleos de Poço de Freitas, Batocas e Brejo)

Outras Designações / Pesquisas

Complexo Mineiro Antigo do Vale Superior do Rio Terva, constituído pela Mina do Poço de Freitas, Mina das Batocas e Mina do Brejo / Complexo Mineiro do Vale Superior do Rio Terva(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

-

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Vila Real / Boticas / Ardãos e Bobadela

Endereço / Local

-

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como SIP - Sítio de Interesse Público

Cronologia

Em 8-01-2016 foi dado conhecimento do despacho de arquivamento à CM de Boticas
Despacho de 20-05-2015 do diretor-geral da DGPC a determinar o arquivamento do pedido de aberura do procedimento de desclassificação de parte do sítio classificado
Informação desfavorável de 28-04-2015 da DRC do Norte
Proposta de 23-03-2015 da CM de Boticas para redução em 25% do sítio classificado
Portaria n.º 386/2013, DR, 2.ª série, n.º 115, de 18-06-2013 (com restrição da área de arqueologia) (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 7-05-2013 da diretora-geral da DGPC
Procedimento prorrogado até 30-06-2013 pelo Decreto-Lei n.º 265/2012, DR, 1.ª série, n.º 251, de 28-12-2012 (ver Diploma)
Anúncio n.º 13802/2012, DR, 2.ª série, n.º 248, de 24-12-2012 (ver Anúncio)
Novo parecer de 17-12-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Anúncio n.º 13618/2012, DR, 2.ª série, n.º 206, de 24-10-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 25-07-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 8-06-2012 da DRC do Norte para a classificação como SIP
Procedimento prorrogado pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Edital de 9-10-2006 da CM de Boticas
Despacho de abertura de 14-09-2006 da vice-presidente do IPPAR
Parecer favorável de 11-09-2006 do IPA
Informação favorável de 20-06-2006 da DR do Porto
Proposta de abertura de 10-04-2006 da Universidade do Minho - Unidade de Arqueologia

ZEP

Portaria n.º 386/2013, DR, 2.ª série, n.º 115, de 18-06-2013 (com restrição da área de arqueologia) (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 7-05-2013 da diretora-geral da DGPC
Anúncio n.º 13802/2012, DR, 2.ª série, n.º 248, de 24-12-2012 (ver Anúncio)
Novo parecer de 17-12-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Anúncio n.º 13618/2012, DR, 2.ª série, n.º 206, de 24-10-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 25-07-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 8-06-2012 da DRC do Norte

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Entre os ribeiros do Vidoeiro e do Calvão, e na confluência de ambos com o rio Terva, este notável conjunto mineiro localiza-se junto da estrada romana que ligava Chaves a Braga. Nesta área relativamente ampla, estimada em cerca de 40 hectares, identificaram-se diversas cortas de extracção do ouro a céu aberto, assim como algumas galerias que auxiliavam aos trabalhos de remeximento dos solos. Na origem, foi uma exploração romana de grande impacto, densidade ainda hoje bem visível na radical transformação da paisagem e da topografia então operada.
São vários os pontos essenciais de extracção antiga do ouro. O Poço das Freitas, no limite Sul do conjunto, é o mais importante, por ser a maior das cortas deixadas pelos romanos, cuja cratera, frequentemente inundada, tem cerca de 100 metros de comprimento. Fazem ainda parte deste complexo as minas de Batocas e do Brejo. O trabalho de exploração do ouro implicou a definição de habitats relativamente perto, razão da existência do de Carregal, imediatamente abaixo do Poço das Freitas e que constitui uma mancha de ocupação dificilmente detectável pela grande densidade vegetal que cobre a zona e da qual não se detectaram quaisquer estruturas, apenas espólio de superfície.
Na actualidade, decorrendo em paralelo com o processo de classificação do complexo, uma empresa canadiana promoveu novas análises dos solos, concluindo pela viabilidade de exploração de ouro no local, tendo-se estimado o potencial mineiro em aproximadamente 7,1 toneladas de minério. A autarquia de Boticas concedeu o apoio possível ao projecto, consolidando o investimento privado de reactivação das minas com um eixo turístico-cultural que ligue o passado romano ao presente, através de um centro de interpretação, percursos pedonais e uma valorização dos sítios proto-históricos e romanos já identificados na área.
Paulo Fernandes | DIDA | IGESPAR, I. P.
22.08.2007

Imagens

Bibliografia

Título

Roman Portugal

Local

Warminster

Data

1988

Autor(es)

ALARCÃO, Jorge Manuel N. L.

Título

A propósito da lavra do ouro na província de Trás-os-Montes durante a época romana, Revista de Guimarães

Local

Guimarães

Data

1954

Autor(es)

CARDOZO, Mário

Título

Vias romanas das regiões de Chaves e Bragança, Revista de Guimarães

Local

Guimarães

Data

1956

Autor(es)

BARRADAS, Lereno Antunes