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Casa dos Belezas - detalhe

Designação

Designação

Casa dos Belezas

Outras Designações / Pesquisas

Casa dos Ribeiros / Casa dos Belezas / Casa da Comba(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

-

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Vila Real / Sabrosa / Provesende, Gouvães do Douro e São Cristóvão do Douro

Endereço / Local

-

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 1157/2009, DR, 2.ª série, n.º 212, de 2-11-2009 (ver Portaria)
Despacho de homologação de 29-06-2007 do Secretário de Estado da Cultura
Parecer de 15-11-2006 do Conselho Consultivo do IPPAR propôs a classificação como IIP
Despacho de abertura de 15-04-2005 do Presidente do IPPAR

ZEP

Portaria n.º 1157/2009, DR, 2.ª série, n.º 212, de 2-11-2009 (sem restrições) (ZEP da Casa da Calçada, da Casa dos belezas e da casa do Fundo de Vila) (ver Portaria)
Despacho de homologação de 29-06-2007 do Secretário de Estado da Cultura
Parecer favorável de 15-11-2006 do Conselho Consultivo do IPPAR
Proposta de 3-08-2006 da DRPorto para a ZEP conjunta da Casa da Calçada, da Casa dos Belezas e da Casa do Fundo de Vila

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Edificada na segunda metade do século XVIII por Manuel José de Morais Sarmento, a Casa dos Beleza reflecte o desenvolvimento económico da região do douro vinhateiro, no contexto da reorganização do sector impulsionada pelo Marquês de Pombal. Para além deste imóvel destacam-se, na localidade de Provesende, vários edifícios de feição mais erudita e cuja construção remonta à centúria de Setecentos.
A Casa dos Beleza encontra-se implantada junto à igreja matriz, definindo o remate de um quarteirão, em que apenas uma das fachadas se liga às construções adjacentes. Na principal, de três pisos, o eixo central encontra-se muito bem definido: ao portal do piso térreo sucede a janela de sacada do andar nobre, sobre a qual se exibe o brasão dos proprietários, já ao nível da cornija que se eleva formando um semicírculo. Aos vãos de verga curva do piso térreo, correspondem as janelas de avental recortado e o frontão contracurvado de volutas e palmas enlaçadas. O último andar, recuado, apresenta seis mansardas, simétricas em relação aos restantes vãos. Os mesmos motivos escultóricos das janelas nobres repetem-se nos outros alçados, acrescendo ao enobrecimento do piso intermédio os capitéis compósitos que rematam as pilastras dos cunhais.
O exterior espelha, ainda, a divisão funcional do interior, com o piso térreo de cariz funcional caracterizado por vãos de moldura simples e o andar nobre, destinado à habitação, com janelas profusamente trabalhadas.
(RC)

Imagens