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Pelourinho de Caniçada - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Caniçada

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Ribeira de Soaz / Pelourinho de Caniçada / Pelourinho de Ribeira do Soaz (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Braga / Vieira do Minho / Caniçada e Soengas

Endereço / Local

Lugar do Assento (a coluna)
Caniçada

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A actual freguesia da Caniçada é referida documentalmente a partir de 1059. Recebeu foral de D. Manuel, em 1515, e foi sede do concelho de Penafiel de Soaz. Teve consequentemente Casa da Câmara, cadeia e pelourinho, de todos restando ainda vestígios na localidade. O pelourinho foi originalmente erguido no Lugar da Picota, cujo topónimo ainda lhe serve de testemunho, diante da cadeia comarcã. Apesar do foral quinhentista, o monumento foi construído apenas em 1672, por iniciativa de Rodrigo Xavier Telles de Menezes Castro e Silveira, 4º conde de Unhão, e senhor da freguesia. O concelho foi extinto em 1836, e o pelourinho terá sido desmantelado na sequência desta extinção, ao que parece por terem os populares confundido a heráldica nele presente com a dos Reis de Castela, em pleno rescaldo nacionalista. Foi reconstruído, já composto apenas pela coluna, na última metade do século XX.
A coluna ergue-se presentemente no Lugar do Assento, sendo composta por fuste cilíndrico e liso, com ligeira entasis, e secção decrescente em direcção ao topo. Assenta sobre um singelo paralelepípedo bojardado, e é rematado no topo por astragálo, e ábaco ou tabuleiro circular, rebordante. O capitel desapareceu, embora o seu paradeiro (num quintal particular) ainda fosse conhecido em meados do século XX, mas o remate encontra-se a curta distância do fuste, junto a um tanque. É constituído por um bloco prismático onde se destaca uma pedra de armas com moldura de volutas barroca. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde