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Igreja matriz de Salvaterra do Extremo - detalhe

Designação

Designação

Igreja matriz de Salvaterra do Extremo

Outras Designações / Pesquisas

Igreja Paroquial de Salvaterra do Extremo / Igreja de Nossa Senhora da Conceição (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Castelo Branco / Idanha-a-Nova / Monfortinho e Salvaterra do Extremo

Endereço / Local

Largo da Igreja
Salvaterra do Extremo

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 67/97, DR, I Série-B, n.º 301, de 31-12-1997 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A Matriz de Salvaterra do Extremo é um templo de tradição medieval, muito renovado no século XVI, incluindo-se, por isso, no original foco tardo-renascentista da Beira Baixa raiana, apresentando curiosas analogias com outras obras de Idanha-a-Nova e Monsanto. A povoação foi agraciada com foral por D. Sancho II (1229), mas a sua igreja só está documentada no século XV. Em 1537, uma visita do Fr. António Lisboa, da Ordem de Cristo, dá conta do mau estado em que se encontrava o monumento, em particular as obras artísticas do interior (pinturas do retábulo e uma caixa de damasco branco, oferecida por D. Manuel I, por ocasião do foral novo passado à povoação).
A actual configuração do templo data de meados do século XVI, altura em que se terá refeito a fachada principal, passando a ostentar portal axial de arco de volta perfeita, inscrito em alfiz limitado por pilastras, e um cenográfico varandim ao nível do segundo andar. Do lado Sul, ergueu-se um poderoso campanário, construído pelo mestre pedreiro Pêro Sanches. O arco triunfal deve também corresponder a este período, enquanto que os elementos devocionais (retábulos principal e laterais) foram executados na época barroca, provavelmente na primeira metade, quando se registam pagamentos a obras não especificadas.
PAF

Imagens