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Igreja matriz de Algodres - detalhe

Designação

Designação

Igreja matriz de Algodres

Outras Designações / Pesquisas

Igreja de Santa Maria Maior, matriz de Algodres / Igreja Paroquial de Algodres / Igreja de Nossa Senhora da Alagoa(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Guarda / Figueira de Castelo Rodrigo / Algodres, Vale de Afonsinho e Vilar de Amargo

Endereço / Local

Largo da Igreja
Algodres

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 95/78, DR, I Série, n.º 210, de 12-09-1978 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

De fundação românico-gótica, a igreja matriz de Algodres encerra, na sua estrutura arquitectónica, as várias campanhas de obras de que foi objecto desde os séculos XIII-XIV, integrando, nas intervenções a que foi sujeita, vários elementos de épocas anteriores.
A fachada principal termina em empena interrompida, sobre a qual se ergue o campanário com duas sineiras, rematado por três pináculos. É marcada pela abertura do portal de volta perfeita, ao centro. O portal Sul, originalmente em ogiva, foi entaipado já no século XVIII e substituído por um outro em arco abatido. Na verdade, as intervenções posteriores alteraram a configuração original do templo, de que a cachorrada interrompida é um dos exemplos mais evidentes.
A torre, à esquerda, é uma construção bem posterior, como indica a lápide com a data de 1777 e os seus motivos decorativos concheados e em volutas, que enquadram a janela.
No interior, o espaço é marcado pela cobertura em duas águas e pelos arcos diafragma quebrados, com contrafortes no exterior. É possível que tenha sido objecto de obras de conservação ou reestruturação, pois num dos arcos encontra-se gravada a data de 1627. O arco triunfal, com três arquivoltas, mantém a mesma configuração, e é flanqueado por retábulos colaterais do início do século XVIII, dispostos em ângulo. A capela do lado da Epístola encontra paralelo no altar do lado oposto. Quanto à capela-mor, o retábulo de talha dourada é de traçado maneirista, com telas representando santos, e a cobertura de caixotões, com motivos geométricos.
(RC)