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Pelourinho de Pinhovelo - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Pinhovelo

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Amendoeira / Pelourinho de Pinhovelo (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Bragança / Macedo de Cavaleiros / Amendoeira

Endereço / Local

- -
Pinhovelo

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Integrado no 'Nordeste Transmontano', nas denominadas Terras Quentes, o território correspondente, na actualidade, ao concelho de Macedo de Cavaleiros distribui-se entre as Serras da Nogueira e de Bornes, ao longo de um amplo vale de terrenos férteis, particularidade que justificou a fixação, nos seus limites, de diferentes comunidades humanas, como evidenciam os múltiplos testemunhos arqueológicos identificados e estudados até ao momento.
Amendoeira figura entre as muitas freguesias que compõem o termo de Macedo de Cavaleiros, sendo formada por quatro lugares, um dos quais Pinhovelo, um importante povoado medieval, a julgar pela sua elevação a 'Vila', sendo referida nas Inquirições realizadas no reinado de D. Dinis (1261-1325). Um estatuto confirmado a posteriori através da colocação do pelourinho, consagrando a autonomia judicial que lhe era, assim, conferida, depois de ter obtido foral de D. Manuel I (1469-1521), em 1510.
Descrito, entre outras personalidades, pelo sacerdote, arqueólogo e historiador, de seu nome Francisco Manuel Alves, mais comummente conhecido por Abade Baçal (1865-1947), célebre indagador do passado brigantino, o pelourinho, que se ergue no centro da povoação que lhe deu nome - Pinhovelo -, foi objecto de um estudo mais pormenorizado nas primeiras décadas de novecentos, dessa feita por mão do membro da Associação dos Arqueólogos Portugueses, colaborador do actual Museu Nacional de Arqueologia e integralista lusitano convicto, Luís Chaves (1889-?).
Construído numa das matérias-primas mais abundantes na região - granito -, é sobre soco de três degraus quadrados com base da mesma configuração, com cerca de 40 centímetros de altura, que assenta a base que suporta o fuste oitavado decorado, alternadamente, com semiesferas, pontas de diamante e faces lisas, culminado em capitel de secção quadrada com arestas boleadas, ostentando a data de '1776'. Quanto ao remate, ele é formado por bloco prismático rectangular com escudo nacional lavrado encimado por coroa comportando pirâmide sobrepujada por esfera.
[AMartins]

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde

Título

Os Pelourinhos. Elementos para o seu catálogo geral

Local

Lisboa

Data

1938

Autor(es)

CHAVES, Luís

Título

Pinhovelo, Tesouros Artísticos de Portugal

Local

Lisboa

Data

1976

Autor(es)

ALMEIDA, José António Ferreira de

Título

O concelho de Macedo de Cavaleiros

Local

Bragança

Data

1993

Autor(es)

PIRES, Armando

Título

Pelourinhos do distrito de Bragança

Local

Bragança

Data

2005

Autor(es)

FERREIRA, Luís, CANOTILHO, Luís