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Casa onde viveu o Abade de Baçal - detalhe

Designação

Designação

Casa onde viveu o Abade de Baçal

Outras Designações / Pesquisas

Casa na Rua do Abade de Baçal / Casa Onde Viveu o Abade de Baçal(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Casa

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Vila Real / Chaves / Mairos

Endereço / Local

Rua do Abade de Baçal
Mairos

Bairro da Carcavelha
Mairos

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 45/93, DR, I Série-B, n.º 280, de 30-11-1993 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

São poucos os dados conhecidos sobre a casa onde, entre 1889 e 1896 viveu o Abade de Baçal. Francisco Manuel Alves, nasceu em Baçal a nove de Abril de 1865, vindo a falecer na mesma localidade a 13 de Novembro de 1947. Ordenado sacerdote em Junho de 1889, permaneceu sempre cmo pároco da sua terra natal, trabalhando simultaneamente nas suas áreas de investigação, como a história e a arqueologia. Em 1925, foi nomeado director-conservador do Museu Regional de Bragança que, desde 1935 lhe presta homenagem ao ser designado pelo seu nome - Museu Abade de Baçal.
O ano em que se ordenou ficou ainda marcado pela mudança do Abade para a casa que é objecto da presente classificação. Trata-se de um imóvel que se caracteriza por uma enorme depuração arquitectónica. De volumes simples, desenvolve-se em dois pisos, apresentando três fachadas, todas elas com uma particularidade. A que se abre para a Rua de Camões é marcada pela porta que se abre no piso térreo e pelas duas janelas no andar superior. Por sua vez, no alçado que confina com a Rua do Abade de Baçal apresenta uma porta e uma janela, ao centro do alçado. Por fim, na última fachada, desenvolve-se uma escadaria paralela, de acesso ao andar superior onde se encontra duas portas de acesso às salas do interior.
Todos os vãos referidos são rectos, não apresentando qualquer elemento decorativo que os destaque. A única excepção em toda a casa são as esculturas que se observam nos cunhais, como se fossem gárgulas, representando um lobo e uma raposa.
(RC)