Saltar para o conteúdo principal da página

Pelourinho de Alcácer do Sal - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Alcácer do Sal

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Alcácer do Sal (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Setúbal / Alcácer do Sal / Alcácer do Sal (Santa Maria do Castelo e Santiago) e Santa Susana

Endereço / Local

- -
Alcácer do Sal

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Alcácer do Sal recebeu o seu primeiro foral em 1218, das mãos de D. Afonso II, e foral novo de D. Manuel, em 1516, na sequência do qual terá sido erguido o pelourinho actualmente classificado. Este pelourinho foi apeado em data incerta, não se conhecendo ao presente a localização de nenhuma das suas peças. Tudo o que é possível conhecer deste monumento é o que respeita à análise de uma fotografia de 1882, quando a picota ainda se erguia ao centro da Praça da Vila, actual Praça Pedro Nunes, diante do antigo edifício da Câmara Municipal, junto ao cais conhecido por Cais Real, entretanto aterrado.
A citada fotografia mostra um pelourinho de clara tipologia manuelina, alto e esguio, com base, coluna de fuste helicoidal, capitel com decoração de encordoado, e remate em cone com esfera armilar (Fernando GOMES, 2005). O conjunto assenta num soco de três degraus.
O pelourinho foi desmantelado entre a data da fotografia e o ano de 1933, quando é emitido o decreto de classificação do mesmo, no qual já consta a indicação de que fragmentos do monumento se encontrariam na posse da Câmara Municipal. Nesse meio termo, as instalações camarárias mudaram de localização na praça, e o cais tornou-se um aterro muralhado. É natural que a destruição do pelourinho seja contemporânea destas obras, sabendo-se apenas que no Museu Municipal de Alcácer do Sal, fundado logo em 1894, não há indicação de quaisquer fragmentos recebidos. Segundo Fernando Gomes, antigo director deste museu, a análise da fotografia mostra uma fractura na parte média do fuste e um desvio na parte superior do pelourinho. Do seu mau estado de conservação pode ter resultado a ruína, quer devido ao terremoto do início do século XX, quer devido a uma tentativa de deslocar o monumento. Tudo o que se sabe é que nem o museu de Alcácer, nem a Câmara Municipal possuem qualquer registo destas peças. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde

Título

O Pelourinho de Alcácer do Sal, in Boletim Neptuno, nº 5, Julho-Setembro de 2005

Local

Alcácer do Sal

Data

-

Autor(es)

GOMES, Fernando