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Pelourinho de Mogadouro - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Mogadouro

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Mogadouro (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Bragança / Mogadouro / Mogadouro, Valverde, Vale de Porco e Vilar de Rei

Endereço / Local

Largo da Misericórdia
Mogadouro

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

Portaria de 15-11-1965, publicada no DG, II Série, n.º 29, de 4-02-1966 (com ZNA)

Zona "non aedificandi"

Portaria de 15-11-1965, publicada no DG, II Série, n.º 29, de 4-02-1966

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

O primeiro foral da povoação de Mogadouro, outorgado por D. Afonso III, remonta a 18 de Novembro e a 27 de Dezembro de 1273, privilégio que D. Manuel voltou a conceder com o foral novo passado a 4 de Maio de 1512. A vila foi comenda dos Templários entre 1297, por iniciativa de D. Dinis, e 1312, data do desaparecimento da Ordem. Regressou então à posse da coroa, para ser novamente doada, em 1319, à Ordem de Cristo, permanecendo como comenda até à extinção das ordens religiosas, em 1834 (MALAFAIA, 1997, p. 268). Desde o século XV que Mogadouro é domínio dos Távora, assim permanecendo até à segunda metade do século XVIII.
Observando o livro das fortalezas de Duarte de Armas, o escudeiro de D. Manuel que percorreu o país desenhando as fortalezas ao natural, percebe-se que o pelourinho original e que, muito possivelmente, era coevo do foral manuelino, não corresponde ao actual. Era, conforme o desenho de Duarte de Armas, um pelourinho de gaiola (MALAFAIA, 1997, p. 268).
Não se sabe em que época foi substituído pelo que hoje se conhece. Este, ergue-se sobre uma plataforma de três degraus quadrangulares, sobre os quais assenta a base e a coluna, formada por três anéis oitavados e por fuste se secção octogonal, dividida em quatro registos, um dos quais deverá ter tido uma argola. Do capitel, circular, saem quatro braços formando uma cruz grega e o remate, em forma de pirâmide, é decorado por dois conjuntos de meias esferas.
(RC)

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde