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Pelourinho da Azambuja - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho da Azambuja

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho da Azambuja(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Azambuja / Azambuja

Endereço / Local

Praça do Município
Azambuja

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A povoação da Azambuja, integrada inicialmente na circunscrição de Alcoentre, logo após a tomada de Santarém por D. Afonso Henriques, recebe o seu primeiro foral em 1272. Este documento é outorgado por D. Rui Fernandes, alcaide e terceiro senhor da vila, neto do cruzado D. Gil Rolim, a quem D. Sancho I entregara, setenta e dois anos antes, o senhorio local, em recompensa pelo auxílio militar prestado no processo da Reconquista, e visando igualmente a defesa e povoação do território. O pelourinho que hoje se levanta no centro da vila, símbolo maior da autonomia jurídica e municipal, é porém fruto de reconstrução de um monumento já quinhentista, levantado certamente após a doação de Foral Novo a Azambuja, dado pelo rei D. Manuel em 1513.
Consta de um soco de três degraus octogonais, de parapeito, sobre o qual se ergue base, coluna, capitel e remate, sem grimpa. A base é oitavada, escalonada e moldurada, e sustenta um fuste de secção circular, composto por dois troncos ornados com caneluras helicoidais sinistorsum, preenchidas com florões. A coluna é decorada a meia altura por um duplo anel moldurado, de factura moderna, unindo os dois troncos. O capitel, decorado com folhas de acanto e assente numa moldura poligonal, tem uma brasão em cada face, apresentando heráldica régia e concelhia. O remate é um singelo cone liso, truncado junto do topo, datado da reconstrução. Como apontamento de interesse, refira-se a curiosa colocação dos ferros de sujeição, hiper-dimensionados e ainda de factura moderna, no cimo dos brasões do capitel, bem como o facto de se encontrar uma peça no Museu Municipal Sebastião Mateus Arenque, na Azambuja, catalogado como "Capitel do Pelourinho de Azambuja". SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde

Título

Pelourinho da Azambuja, Boletim da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, n.° 123

Local

Lisboa

Data

-

Autor(es)

-