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Castelo de Vila Flor - detalhe

Designação

Designação

Castelo de Vila Flor

Outras Designações / Pesquisas

Arco de D. Dinis / Castelo de Vila Flor (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Militar / Castelo

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Bragança / Vila Flor / Vila Flor e Nabo

Endereço / Local

Rua de D. Dinis
Vila Flor

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 40 361, DG, I Série, n.º 228, de 20-10-1955 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A primeira referência documental a Vila Flor consta do foral dado por D. Dinis, em 1286. Alguns anos mais tarde, em 1295, o mesmo monarca mandou levantar a cerca da vila, que incluiria uma torre de menagem (PINHO LEAL, 1875). A povoação manteve acelerado desenvolvimento até ao século XVI, tendo recebido foral novo, manuelino, em 1512. A partir de então, a grande comunidade judia da vila começou a abandoná-la, contribuindo para o seu declínio. No século XVIII, a torre de menagem terá sido demolida, para com as suas pedras se levantar a nova igreja matriz. Na centúria seguinte, foram destruídas duas portas, uma das quais a do Rossio. Em 1944, a propósito das vistorias para eventual classificação do castelo, verifica-se que deste já só resta o arco da Porta Sul ou de D. Dinis, bem como uma estrutura anexa, que faria parte da cerca. São estes parcos vestígios que se encontram classificados.
O castelo seria constituído pela torre de menagem e por cerca amuralhada, em granito, rasgada por quatro ou cinco portas, das quais pelo menos uma (aquela que resta) era defendida por torre de planta semicircular. A porta que ainda se conserva consta de um arco levemente apontado, cuja parte superior se reduz às aduelas, e da torrinha anexa, bem como de um curto troço de muralha, praticamente integrado nas casas de habitação circundantes. Existem ainda vestígios de um adarve, ou caminho de ronda. A torre e os panos murários que restam são construídos em alvenaria de xisto miúdo.
Este castelo defenderia, para além da povoação de Vila Flor, um trecho do caminho de Santiago, que passaria na região de Bragança.
Sílvia Leite

Imagens

Bibliografia

Título

Portugal antigo e moderno: diccionario geographico, estatistico, chorographico, heraldico, archeologico, historico, biographico e etymologico de todas as cidades, villas e freguezias de Portugal e de grande numero de aldeias...

Local

Lisboa

Data

1990

Autor(es)

PINHO LEAL, Augusto Soares d'Azevedo Barbosa de, FERREIRA, Pedro Augusto