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Casa do Monge Lagareiro, também denominada «Lagar dos Frades» - detalhe

Designação

Designação

Casa do Monge Lagareiro, também denominada «Lagar dos Frades»

Outras Designações / Pesquisas

Casa do Monge Lagareiro / Lagar dos Frades(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Casa

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Leiria / Alcobaça / Aljubarrota

Endereço / Local

E.M. 553, junto a Ataíja de Cima (antiga Estrada do Lagar dos Frades)
-

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 67/97, DR, I Série-B, n.º 301, de 31-12-1997 (ver Decreto)
Proposta de classificação de 14-10-1982 da Comissão Instaladora do MNAA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Edificada nos finais do século XVIII, a Casa do Monge Lagareiro integrava-se numa quinta de produção de azeite, pertencente aos monges de Alcobaça, onde foi edificado um grande lagar.
O lagar era um edifício composto por distintos compartimentos, que albergavam oito varas, a casa dos moinhos e tulhas e ainda os estábulos. Nas suas imediações foi construída uma casa de planta rectangular, com dois pisos, que no andar térreo armazenava as tulhas de azeite e no superior servia de habitação ao monge lagareiro, que supervisionava a quinta e a produção.
O edifício do monge lagareiro reflecte exteriormente a divisão funcional do interior. Embora esteja bastante arruinada, a fachada ainda apresenta parte da sua estrutura. No piso inferior foram rasgadas janelas gradeadas, encimadas por janelas com frontão. Ao centro, uma molduração integra a pedra de armas de Alcobaça. No alçado posterior existe uma escada de acesso ao piso superior.
O conjunto que forma este lagar era considerado um dos mais avançados sistemas de moagem e armazenamento da época, devido à organização precisa e funcional do espaço. Com a extinção das ordens religiosas a quinta ficou ao abandono, sendo vendida e dividida entre vários compradores depois de 1834.
Catarina Oliveira
GIF/IPPAR/2006

Imagens

Bibliografia

Título

Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça

Local

Lisboa

Data

1991

Autor(es)

FERREIRA, Maria Augusta Trindade

Título

As Granjas do Mosteiro de Alcobaça, Boletim da Junta de Província da Estremadura, série II, n.º 5

Local

-

Data

1944

Autor(es)

NATIVIDADE, J. Vieira

Título

O património do Mosteiro de Alcobaça nos séculos XIV e XV

Local

Lisboa

Data

1989

Autor(es)

GONÇALVES, Iria