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Pelourinho de Águas Belas - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Águas Belas

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Águas Belas(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Santarém / Ferreira do Zêzere / Águas Belas

Endereço / Local

E.M. 601
Águas Belas

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A primeira referência conhecida a Águas Belas data de 1159, quando D. Afonso Henriques doa a região à Ordem do Templo. Em 1190, é D. Sancho I quem cede a Pero ou Pedro Ferreira, fundador da vila de Ferreira do Zêzere, uma herdade que este povoou de seguida e que viria mais tarde a constituir o Morgado de Águas Belas. A Pedro Ferreira e sua mulher Maria Vasques se deve a primeira carta de foral da povoação, então designada como Vila Ferreira (mas igualmente referida como "Abas de Aquabela" no foral contemporâneo de Ferreira do Zêzere). Em 1319, pouco após a extinção dos Templários, estes territórios passam para a posse da Ordem de Cristo, e em 1356 é finalmente instituído o Morgado de Águas Belas, na pessoa de D. Rodrigo Álvares Pereira, irmão do célebre Condestável. D. Manuel outorgou-lhe foral novo em 1513, e D. João III fê-lo subir à categoria de vila, em 1531.
O seu pelourinho ergue-se ainda na localidade, junto a um fontanário com alto muro de xisto, que enquadra o monumento. Está colocado sobre uma plataforma elevada, no prolongamento do referido fontanário, e flanqueado por dois pilaretes de construção moderna. É composto por coluna e remate, assentes em soco de três degraus de secção quadrangular, sendo o conjunto em calcário da região. A coluna, de fuste cilíndrico e liso, não possui base, e é ornamentada com as armas dos Pereiras relevadas: escudo boleado com cruz florida e vazada no campo, encimado por timbre de fantasia, em forma de coroa aberta. Não existe verdadeiramente capitel, mas apenas um espessamento do fuste com a mesma secção deste, encimado por um pequeno ábaco sobre o qual assenta o remate, por sua vez constituído por um curto tronco cilíndrico (ao modo de colarinho) rematado em tosca calote esférica. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde