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Teatro Capitólio - detalhe

Designação

Designação

Teatro Capitólio

Outras Designações / Pesquisas

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Teatro

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Lisboa / Santo António

Endereço / Local

Parque Mayer
Lisboa

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 8/83, DR, I Série, n.º 19, de 24-01-1983 (ver Decreto)
Edital N.º 67/81 de 16-06-1981 da CM de Lisboa
Despacho de homologação de 26-02-1981 do Secretário de Estado da Cultura
Parecer de 20-02-1981 da Comissão "ad hoc" do IPPC a propor a classificação como IIP
Proposta de classificação de 22-01-1981 do IPPC
Em 17-11-1980 foi comunicado à CM de Lisboa que o edifício se encontrava em vias de classificação

ZEP

Portaria n.º 529/96, DR, I Série-B, n.º 228, de 1-10-1996 (sem restrições) (ZEP dos edifícios classificados da Avenida da Liberdade e área envolvente) (ver Portaria)

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Obra do arquitecto Luís Cristino da Silva, e inaugurada em 1931, este Teatro é considerado por muitos como a primeira obra modernista da arquitectura portuguesa.
De planta rectangular, desenvolvendo-se longitudinalmente, apresenta volumetria paralelepipédica, com cobertura em telhado a duas águas. A ligação do edifício ao exterior era efectuada por grandes portas envidraçadas, que abriam em bandas horizontais. Partindo do edifício central, verificam-se dois corpos adossados de menores dimensões, mas igualmente paralelepipédicos, que servem de suporte a um terraço, ao qual se tinha acesso por meio de tapetes rolantes, novidade absoluta na época. As fachadas eram definidas por um jogo austero de linhas verticais e horizontais, caracterizando-se o seu alçado principal pela presença de uma pala horizontal saliente e de um pano envidraçado. Quanto aos alçados laterais, eles pautam-se pela existência de cinco níveis, com entradas de luz horizontais.
Em 1933, o mesmo arquitecto procede a alterações, tendo-se procedido ao entaipamento das referidas portas de vidro.
[AMartins]

Imagens

Bibliografia

Título

Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970. Um Património a Conhecer e Salvaguardar

Local

-

Data

-

Autor(es)

-

Título

Os Verdes Anos na Arquitectura Portuguesa dos Anos 50

Local

-

Data

-

Autor(es)

-

Título

Arquitectura Moderna e Obra Global a partir de 1900

Local

Porto

Data

2009

Autor(es)

TOSTÕES, Ana