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Pelourinho de Arcos - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Arcos

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Arcos(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viseu / Tabuaço / Arcos

Endereço / Local

Largo da Nogueira, Praça Manuel Mourão Rios
Arcos

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Do muito antigo lugar de Arcos, sabe-se que foi doado no início do século XII ao rico-homem D. Garcia Rodrigues da Fonseca, ainda pelo Conde D. Henrique. Por esta via, o termo foi integrado no Couto de Leomil, que D. Henrique cedia a D. Garcia Rodrigues no ano de 1102. A mais antiga referência a Arcos remonta a 1129, quando um seu herdeiro, Gonçalo Mendes, de São Cosmado (Viseu), faz doação das oitavas partes das suas posses em Arcos e em Sendim ao mosteiro cisterciense de Salzedas. Em 1214, e por ocasião de uma doação semelhante, Arcos é pela primeira vez referida como villa, por ocasião da doação que João Forjas, e sua mulher Dona Loba, fizeram ao Mosteiro de e em 1527, e apesar de não se lhe conhecer foral, aparece descrita no Cadastro da População do Reino como concelho. Este foi extinto em 1836, e integrado em Moimenta da Beira até 1872, quando passou a freguesia de Tabuaço.
Na povoação conserva-se o singelo pelourinho, levantado na vizinhança dos antigos edifícios do tribunal e da cadeia comarcã. Assenta num soco de três degraus quadrangulares, de pedra aparelhada e sem rebordo, de nítida factura posterior. Sobre este ergue-se directamente a coluna, com base talhada em cubo e ligeiramente chanfrada nas arestas, de modo a continuar com secção oitavada, e de faces lisas. Existe um arremedo de capitel no topo da coluna, constituído por um pequeno troço idêntico ao fuste, com nova chanfradura no cimo, de forma a dar-lhe nova secção quadrada. Este troço é rematado por um ressalto ao modo de ábaco, sobre o qual assenta um bloco quadrangular no terço inferior e piramidal daí em diante, rematado por uma pequena esfera. Este bloco tem as faces decoradas com linhas incisas e alguns motivos ilegíveis. Note-se ainda que os degraus da plataforma não existiam em meados do século XX, quando o fuste estava enterrado no chão, tendo portanto sido construídos de novo, em data incerta, como se verifica facilmente no local. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde

Título

Pelourinhos Portugueses

Local

Inapa

Data

1991

Autor(es)

MAGALHÃES, Fernando Perfeito de