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Pelourinho de Atalaia do Campo - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Atalaia do Campo

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Atalaia do Campo (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Castelo Branco / Fundão / Póvoa de Atalaia e Atalaia do Campo

Endereço / Local

Rua da Amoreira
Atalaia do Campo

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A localidade de Atalaia do Campo, também designada por Atalaia da Beira, chegou a ser sede de concelho, desde a atribuição de carta de foral por D. Sebastião, em 1570 (já era então vila), e a integração no município de Alpedrinha, mais tarde igualmente extinto, no início do século XIX. É hoje uma freguesia do concelho do Fundão, mas conserva ainda o pelourinho, símbolo maior da sua perdida autonomia, construído seguramente logo após a atribuição do foral.
O pelourinho não está na sua implantação original, tendo sido removido do Largo da Amoreira em 1876, aquando da construçãio de uma igreja no local. Fica actualmente na vizinha Rua da Amoreira. Ergue-se sobre um soco de dois degraus circulares muito rústicos e desgastados, o inferior embebido no pavimento, e consta de uma coluna, assentando sobre uma singela base circular, e de um remate em gaiola fechada, ou em roca. A coluna, de fuste octogonal e faces lisas, sustenta o bloco da gaiola sobre uma pequena moldura saliente, e um arremedo de capitel, constituído por molduras ornamentadas. A gaiola é formada por um prisma octogonal, com oito colunelos torsos nas arestas, e decoração heráldica, figurando o escudo de Portugal coroado, em duas das superfícies planas, sendo as restantes lisas. Sobre o bloco assenta uma calote estriada rematada por dois anéis torsos sobrepostos, sendo o inferior de maiores dimensões, e por um pequeno chapéu cónico igualmente torso. O pelourinho integra vários elementos manuelinos, como as cordas e torcidos, que são consideravelmente anacrónicos, uma vez que o monumento deverá datar de finais do século XVI. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde