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Pelourinho de Cabeção - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Cabeção

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho do Cabeção(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Évora / Mora / Cabeção

Endereço / Local

Praça do Município
Cabeção

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

O Pelourinho de Cabeção, freguesia do concelho de Mora, está implantado na Praça do Município, diante do antigo edifício dos Paços do Concelho e actual sede da Junta de Freguesia local. Trata-se na sua maior parte de uma reconstrução conjectural do monumento primitivo, conservando apenas a esfera armilar do remate. O pelourinho ergue-se sobre um soco composto por três degraus octogonais, resultado do chanframento dos ângulos de singelas plataformas quadradas. O fuste assenta numa base moldurada sobre pedestal paralelepipédico que ostenta numa face a inscrição RESTAURADO NO ANO DE 1960; resume-se a uma pilastra lisa, de secção quadrada, mas ligeiramente chanfrada a partir de uma curta distância do topo e da base. Sustenta um capitel de colarinho, quadrangular, de cujo coxim irrompem quatro braços de ferro forjado, com decoração zoomórfica estilizada, de vaga inspiração quinhentista. Sobre o conjunto destaca-se a esfera armilar coroada, resgatada do monumento original.
O pelourinho primitivo seria obra seiscentista, de tipologia barroca, de acordo com a análise da coroa fechada que remata a esfera armilar; recorde-se a este propósito a elevação de Cabeção a Vila por D. Sebastião em 1578, com doação de foral novo (sendo o primeiro, Joanino, de 1395). Apesar disso, é de realçar a tentativa de evocar a estética manuelina através da decoração dos ferros de sujeição, de acordo com o gosto revivalista e nacionalista que presidiu de resto à reconstrução de pelourinhos por todo o país.
As cantarias que compunham a obra mais antiga, apeadas em 1847, terão sido utilizadas na construção de uma nova fonte na vila, não se conhecendo qualquer registo da feição original do monumento. SML

Imagens