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Paço Vedro - detalhe

Designação

Designação

Paço Vedro

Outras Designações / Pesquisas

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Solar

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viana do Castelo / Ponte da Barca / Ponte da Barca, Vila Nova de Muía e Paço Vedro de Magalhães

Endereço / Local

-- a 2 km de Ponte da Barca
Paço Vedro

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 45/93, DR, I Série-B, n.º 280, de 30-11-1993 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A casa que hoje conhecemos como Paço Vedro é uma construção do século XVIII, pertencente à família Abreu Lima. As mais antigas referências a esta propriedade remontam a 1547, data em que Álvaro Pires, Abade de S. Martinho de Paço Vedro, emprazou umas terras a favor do seu filho. A partir de então a documentação alude sempre à Quinta de paço Vedro. Esta foi legada, em 1624, às freiras de Vale de Pereiras por D. Inês de Magalhães que faleceu sem descendentes. A aquisição da propriedade por parte dos Abreu Lima (D. António e Frei Gonçalo, ambos cavaleiros da Ordem de Malta) ocorreu em 1774, data em que compraram ou emprazaram a quinta às religiosas, edificando então o solar (SILVA, 1958, vol. I, pp. 315-316).
A entrada para a quinta e para o terreiro que antecede a casa é efectuada através de um portão aberto no muro que veda a propriedade. Definido por pilastras encimadas por esculturas alusivas à Fama e a Neptuno, é ladeado por janelas gradeadas de frontão curvo.
A casa, de planta em forma de U aberto à direita, caracteriza-se por uma enorme depuração, desenvolvendo-se num único piso na fachada principal e em dois nos alçados restantes. O frontispício é seccionado por pilastras, formando três corpos: os laterais abertos por portas e o central por janelas de sacada de cornijas salientes. A janela central é sobrepujada por brasão de armas dos Abreus, que interrompe e faz elevar a linha da cornija formando um frontão semicircular, coroado por fogaréu. Na fachada lateral esquerda as pilastras são rematadas por urnas, ganhando especial destaque o piso nobre, com janelas de sacada. No interior, destacam-se as pinturas dos séculos XVIII e XIX. A capela é também do final da centúria de Setecentos.
(Rosário Carvalho)

Imagens

Bibliografia

Título

Inventário artístico da região Norte - II, nº3 (Concelho de Ponte da Barca)

Local

-

Data

1973

Autor(es)

-

Título

Dicionário das Famílias Portuguesas (2ª ed.)

Local

-

Data

-

Autor(es)

-