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Órgão do Santuário de Nossa Senhora da Esperança - detalhe

Designação

Designação

Órgão do Santuário de Nossa Senhora da Esperança

Outras Designações / Pesquisas

Santuário de Nossa Senhora da Esperança(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Órgão

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viseu / Sátão / São Miguel de Vila Boa

Endereço / Local

-- -
Abrunhosa do Landário

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 95/78, DR, I Série, n.º 210, de 12-09-1978 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

O Santuário de Nossa Senhora da Esperança foi edificado na primeira metade do século XVIII, por iniciativa da confraria com o mesmo nome fundada em 1690. A um exterior relativamente sóbrio, sucede-se um interior totalmente barroco, onde sobressai a utilização conjunta da talha dourada, da pintura e do azulejo azul e branco, que revestem a totalidade do espaço, convergindo na criação de uma obra de arte total, concebida como um programa único e muito apelativo.
O órgão do coro alto, que é objecto da presente classificação, resulta de uma campanha posterior, pois está datado de 1768. Foi executado por Francisco António Solha um organeiro natural da Galiza, que veio para Braga e foi ajudante de Frei Simão Fontanes, tendo trabalhado em dois órgãos do coro alto da Sé de Braga. Mais tarde esteve em Lamego e a partir de 1758 há registos da sua presença em Guimarães, onde estabeleceu uma oficina própria e casou, em 1771 (VALENÇA, 1990, p. 332).
A sua maneira muito própria de construir permite atribuir-lhe uma série de outros órgãos que não se encontram assinados. O do Santuário de Nossa Senhora da Esperança é um órgão de tubos encerrado num bufete, ou seja, em caixa de madeira talhada e policromada, encimado pelas armas do patrono do templo. São visíveis, pelo menos, três jogos ou registos de tubos metálicos, teclados manuais e pedaleira.
(Rosário Carvalho)

Bibliografia

Título

A arte organística em Portugal (vol. I e II)

Local

Braga

Data

1990

Autor(es)

VALENÇA, Pe. Manuel