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Pelourinho de Vila Nova de Anços - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Vila Nova de Anços

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Vila Nova de Anços (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Coimbra / Soure / Vila Nova de Anços

Endereço / Local

Jardim da Praça (Praça José Maria Morgado)
Vila Nova de Anços

Rua Nossa Senhora de Finisterra
Vila Nova de Anços

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Segundo se pode ler na Corografia Portuguesa, Vila Nova de Anços teve primeiro foral dado pelo Infante D. Afonso, futuro D. Afonso IV, durante o reinado de D. Dinis, portanto no primeiro quartel do século XIV. D. Afonso, depreende-se daqui, seria então senhor da vila, onde mais tarde, já reinando, havia de tomar várias medidas de incremento ao cultivo de terrenos baldios. Ainda que não existam provas documentais deste suposto foral, a vila tinha algum estatuto ao longo do século XIV, recebendo várias visitas régias, facto que permite atribuir-lhe estatuto concelhio. Em todo o caso, Vila Nova de Anços teve seguro foral dado por D. Manuel, em 1513. Foi vila e sede de concelho até 1836, seguindo-se a integração em Soure. O pelourinho, ainda hoje levantado no centro do jardim da freguesia, junto da igreja paroquial, é uma peça dos alvores de Quinhentos, claramente construído na sequência da atribuição do foral manuelino.
O pelourinho levanta-se sobre um soco de três degraus sextavados, de aresta, destinando-se o térreo a compensar o desnivelamento do terreno. A coluna assenta directamente sobre o soco, encaixando numa cavidade do degrau superior. Possui fuste hexagonal de faces lisas, sem capitel, a não ser que se considere desta forma a metade inferior do remate. Este é em pinha, integrando um um primeiro troço aproximadamente cúbico, sendo as faces decoradas com dois escudos nacionais e duas esferas armilares. Um dos escudos já não é legível, e do outro podem distinguir-se seis castelos da bordadura. O segundo troço do remate é em pinha propriamente dita, espiralada, com espiras ornadas de bolas. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Corografia Portuguesa e descripçam topographica do famoso Reyno de Portugal

Local

Lisboa

Data

1712

Autor(es)

COSTA, Pe. António Carvalho da

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde