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Pelourinho de Avelar - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Avelar

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Avelar(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Leiria / Ansião / Avelar

Endereço / Local

Largo do Pelourinho (Largo 12 de Novembro)
Avelar

Rua da Vila
Avelar

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

Portaria de 27-11-1962, publicada no DG, II Série, n.º 296, de 20-12-1962 (sem restrições)

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

As mais antigas referências à povoação de Avelar datam de 1137, quando D. Afonso Henriques cita o "Avellaal" no foral que então concedia a Penela. A Herdade de Avelar, até então na posse da coroa, foi coutada e doada por D. Afonso II ao seu alferes-mor, Martim Anes, em 1221. A povoação passou a ser vila e sede de concelho em 1514, quando recebeu foral outorgado por D. Manuel I. Veio a pertencer à Casa dos Marqueses e Duques de Vila Real, e por extinção desta à Casa do Infantado, na pessoa do Infante D. Pedro. Em 1836, Avelar foi integrada no concelho de Chão de Couce, e após a sua extinção, em 1855, no de Figueiró dos Vinhos, do qual viria ainda a ser desanexada em 1895, para passar a incorporar o concelho de Ansião, ao qual pertence actualmente. Da sua antiga e perdida autonomia resta um pelourinho, hoje implantado longe do seu local original, num pequeno largo.
Sobre um soco de três degraus quadrangulares, de pedra aparelhada e gatada, sem rebordo, ergue-se o conjunto da base, coluna e remate, em calcário. A base da coluna é um paralelepípedo liso, semelhante a um quarto degrau, encimado por uma peça circular, de onde irrompe o fuste, liso e cilíndrico. É rematado por um pequeno troço cilíndrico ligeiramente saliente, decorado com caneluras verticais pouco regulares (não possuem todas a mesma altura), ao modo de capitel. Sobre este assenta o remate do pelourinho, constituído por uma pinha com estrias helicoidais, truncada no topo, onde é interrompida por um disco ou anelete. O monumento, de tipologia muito singela, deverá remontar ao século XVI, e a data não muito distante da doação do foral manuelino, embora assumindo já a influência da Renascença. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Inventario Artistico de Portugal - Distrito de Coimbra

Local

Lisboa

Data

1993

Autor(es)

GONCALVES, António Nogueira, CORREIA, Vergílio

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde

Título

Pelourinhos do Distrito de Leiria

Local

Viseu

Data

2000

Autor(es)

SOUSA, Júlio Rocha e

Título

Ansião, Perspectiva Global da Arqueologia, História e Arte da Vila e do Concelho

Local

Coimbra

Data

1986

Autor(es)

COUTINHO, José Eduardo Reis