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Igreja matriz de Unhão (conjunto da fachada principal com o pórtico de arquivoltas sobre colunas de capitéis moldurados e a janela que o encima; inscrição existente num silhar de cantaria da fachada lateral direita) - detalhe

Designação

Designação

Igreja matriz de Unhão (conjunto da fachada principal com o pórtico de arquivoltas sobre colunas de capitéis moldurados e a janela que o encima; inscrição existente num silhar de cantaria da fachada lateral direita)

Outras Designações / Pesquisas

Igreja do Salvador, matriz de Unhão / Igreja Paroquial de Unhão / Igreja do Divino Salvador (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Porto / Felgueiras / Unhão e Lordelo

Endereço / Local

- -
Lugar da Igreja

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 37 728, DG, I Série, n.º 4, de 5-01-1950 (ver Decreto)

ZEP

Portaria n.º 650/2010, DR, 2.ª Série, n.º 173, de 6-09-2010 (sem restrições) (ver Portaria)
Despacho de homologação de 3-09-2009 do Ministro da Cultura
Parecer favorável de 6-02-2008 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 4-12-2007 da DRCNorte

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Unhão é um importante templo do Vale do Sousa, que reflecte bem a importância e o alcance do processo de povoamento desta região em pleno século XIII. Um primitivo templo foi sagrado pelo Bispo de Braga em 1165, mas o que hoje podemos observar corresponde certamente a uma reforma posterior verificada nas primeiras décadas do século XIII - ou a um continuado e lento processo edificador iniciado nesse ano de 1165?
É um templo de modestas proporções, de nave única e capela-mor rectangular, cujo principal motivo de interesse reside no seu portal principal. Este é inscrito em gablete e compõe-se de quatro arquivoltas de arco de volta perfeita, decoradas com motivos geométricos e vegetalistas (a exterior em forma de moldura de enxaquetados), que enquadram um tímpano preenchido com a típica cruz vazada de tradição bracarense.
O interior foi bastante enriquecido nos séculos XVIII e XIX, salientando-se os retábulos que ladeiam o arco triunfal e o retábulo-mor, de talha dourada a denunciar a sua datação setecentista. O restauro do conjunto ocorreu nos anos 60 do século XX e, por ser já relativamente tardio, não impôs uma unidade de estilo tão marcante como em outros monumentos românicos. Foi assim que sobreviveram os retábulos e demais espólio da época moderna, contribuindo para que se evidencie a história do monumento, em vez de ele surgir aos nossos olhos cristalizado num determinado período estilístico.
PAF

Imagens

Bibliografia

Título

Românico do Vale do Sousa

Local

Lousada

Data

2008

Autor(es)

AA. VV.