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Casa da Câmara de Melo (antiga) - detalhe

Designação

Designação

Casa da Câmara de Melo (antiga)

Outras Designações / Pesquisas

Câmara Municipal de Melo(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Casa

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Guarda / Gouveia / Melo e Nabais

Endereço / Local

- -
Melo

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 28 536, DG, I Série, n.º 66, de 22-03-1938 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Doada por D. Afonso II a D. Mem Soares, alferes-mor do monarca, a povoação de Melo foi sendo habitada a partir dessa época, dividindo-se o seu senhorio entre os Soares, a Sé de Coimbra e os lavradores, como consta nas Inquirições de D. Dinis.
Os descendentes de Mem Soares, que adoptaram a designação da terra como apelido, permaneceram com o senhorio da povoação, e no reinado de D. Afonso V, Melo foi elevada a vila. Em 1515 D. Manuel concedeu-lhe carta de foral, criando o concelho de Melo. A sede da câmara terá sido edificada no século XVII, no espaço contíguo à cadeia.
A Casa da Câmara de Melo é um edifício de planta rectangular, dividido em dois pisos. Nas fachadas principal e lateral, o piso térreo é rasgado pelas portas de acesso ao interior do edifício, o piso superior possui diversas janelas de moldura rectangular. As restantes fachadas estão adossadas a edifícios contíguos. No cunhal que une a fachada principal à lateral foi colocada uma pedra de armas gravada com o brasão da vila de Melo.
Na fachada principal foram edificados originalmente umas escadas e um balcão, que permitiam o acesso exterior ao segundo piso. No entanto, em 1937 foram demolidos para permitir o alargamento da rua fronteira.
O interior corresponde à divisão externa da casa. O piso térreo é um espaço único, com cobertura de madeira, lanço de escadas de acesso ao piso superior e pavimento em terra batida. O segundo piso divide-se em quatro compartimentos cobertos por tecto de madeira.
Com a extinção do concelho em 1836, o espaço foi adquirido por particulares, mantendo-se actualmente sem nenhuma função de carácter público.
Catarina Oliveira
GIF/IPPAR/ 19 de Maio de 2005

Bibliografia

Título

Portugal antigo e moderno: diccionario geographico, estatistico, chorographico, heraldico, archeologico, historico, biographico e etymologico de todas as cidades, villas e freguezias de Portugal e de grande numero de aldeias...

Local

Lisboa

Data

1990

Autor(es)

PINHO LEAL, Augusto Soares d'Azevedo Barbosa de, FERREIRA, Pedro Augusto

Título

Melo na história e na genealogia

Local

Lisboa

Data

1993

Autor(es)

FRAGA, João Baptista de Almeida