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Pelourinho de Castro Daire - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Castro Daire

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Castro Daire (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viseu / Castro Daire / Castro Daire

Endereço / Local

Bairro do Castelo
Castro Daire

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Castro Daire, cujo topónimo denuncia imediatamente a antiguidade do local, em tempos dominado por um castro, terá tido carta de foro (ou aforamento) de D. Afonso Henriques, conforme se pode deduzir das Inquirições de D. Afonso III, e primeiro foral dado por este monarca, do qual não existe prova concludente. Certo é que D. Manuel outorgou foral novo ao concelho em 1513, no qual refere a existência de documento anterior, dionisino, que pode ser sido simplesmente uma carta de privilégio. O concelho pertenceu ao padroado real, e depois à Casa do Infantado.
Conserva o antigo pelourinho, embora alterado, de modo a ser transformado em cruzeiro.
O monumento ergue-se sobre soco de dois degraus circulares, de parapeito boleado, estando o degrau térreo parcialmente enterrado no pavimento calcetado. A coluna assenta num plinto alto, com espessamento na base e molduras quadradas no topo, encimado por uma peça circular que faz a transição para a secção do fuste. A coluna eleva-se a boa altura, tendo fuste cilíndrico e liso, estreitando ligeiramente em direcção ao topo. É rematada por um anel saliente, seguido de colarinho liso, e outro anel decorado com pérolas, onde assenta finalmente o capitel, de estilo jónico. Sobre o seu ábaco destaca-se uma cruz latina, ligeiramente pateada, que terá sido acrescentada ao conjunto na década de noventa do século XX. O pelourinho parece ser obra dos séculos XVII ou XVIII. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde