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Pelourinho de Sever do Vouga - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Sever do Vouga

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Sever do Vouga (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Aveiro / Sever do Vouga / Sever do Vouga

Endereço / Local

Avenida Comendador Augusto Martins Pereira
Sever do Vouga

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A mais antiga referência documental a Sever do Vouga atesta bem da antiguidade desta povoação, tratando-se de uma carta de doação do século X, pela qual Soeiro Godezindes e sua mulher entregam ao abade Jacob um mosteiro aí fundado. Após algumas mudanças de donatários, o referido mosteiro e terras anexas é doado ao Mosteiro da Vacariça, no ano de 1018. A partir de então a localidade terá progressivamente aumentado de importância, sendo referido como concelho no Cadastro da População do Reino de 1527. A vizinha vila do Vouga tivera foral manuelino em 1514, sendo geralmente considerado que Sever recebeu carta semelhante no mesmo ano. Teve pelourinho, do qual ainda restam alguns vestígios, integrados num monumento datado de 1965, quando se tentou reconstruir a picota entretanto desmembrada e parcialmente integrada num chafariz público.
O pelourinho foi reerguido junto da antiga Casa da Câmara e cadeia comarcã, sobre uma plataforma de três degraus hexagonais de aresta, de factura moderna. Consta de uma diminuta base oitavada, na qual assenta a mais curiosa peça do conjunto. Trata-se de um bloco tronco-cónico, mais propriamente talhado em pêra ou sino, decorado com quatro folhas de acanto estilizadas, com nítido sabor românico. Daqui irrompe o fuste, oitavado e de faces lisas, sobre o qual assenta directamente o remate, constituído por um paralelepípedo de topo arredondado, com uma das faces mais largas decorada com uma representação algo fantasiosa do escudo de Portugal. A única peça original do conjunto será o bloco da base, que parece muito arcaico, e que não repugna imaginar invertido, como capitel de um primitivo monumento. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde