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Pelourinho de Macieira - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Macieira

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Macieira de Cambra / Pelourinho de Macieira / Pelourinho de Macieira de Cambra (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Aveiro / Vale de Cambra / Macieira de Cambra

Endereço / Local

Praça da República
Macieira de Cambra

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A antiga localidade de Caymbra foi doada, pelo rei Ordonho, ao Mosteiro de Crestuma, vindo mais tarde a fazer parte das terras de Santa Maria de Vandoma, pelo que era então conhecida como Santa Maria de Caymbra ou Cambra. Ao longo da Idade Média, vários documentos já se referem ao topónimo actual, de Macieira de Cambra. Apesar da sua antiguidade, só teve foral em 1514, dado por D. Manuel, e na sequência do qual se poderá ter erguido o seu pelourinho. O concelho manuelino é simplesmente designado como Maceira; o concelho de Maceira de Cambra é criado apenas em 1832, embora extinto em 1895, e anexado ao de Oliveira de Azeméis. Três anos mais tarde, em 1898, o concelho de Maceira de Cambra foi restaurado, mas este gesto apenas adiou a extinção definitiva, que ocorreu em 1926. É hoje freguesia de Vale de Cambra, com a designação oficial de Macieira.
O pelourinho da localidade ergue-se no eixo da Praça da República, apenas ligeiramente deslocado da sua suposta implantação original, ao lado direito do portal do edifício dos antigos Paços do Concelho. Assenta sobre plataforma de três degraus quadrangulares, de factura moderna, datados da década de 50 do século XX, quando o monumento foi transferido. É uma picota muito singela, mesmo algo rude, composta por base, coluna e remate, sem capitel. A base da coluna é um bloco de secção octogonal de boas dimensões, no qual assenta um plinto quadrado, e o fuste. Este tem secção octogonal e faces lisas, sendo directamente encimado por um bloco quadrangular alto, rematado em pirâmide. As faces deste bloco são decoradas com herádica muito esquemática, incluíndo três cruzes, uma delas pateada e inscrita num círculo, e as armas nacionais. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde