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Pelourinho de Pedrógão Pequeno - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Pedrógão Pequeno

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Pedrógão Pequeno (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Castelo Branco / Sertã / Pedrógão Pequeno

Endereço / Local

Largo de São Sebastião
Pedrógão Pequeno

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A povoação de Pedrógão Pequeno, no termo da Sertã, foi doada por D. Afonso Henriques, na segunda metade do século XII, à Ordem do Templo, e por D. Sancho II, em 1216, à Ordem do Hospital. Terá sido elevada à categoria de vila no século XV, por Diogo da Silveira, escrivão de D. Afonso V e senhor da povoação desde 1448, mediante doação de D. Vasco de Ataíde, Prior do Crato (cabeça dos Hospitalários). Teve foral dado por D. Manuel, em 1513. O concelho, constituído pelas freguesias de Carvalhal e Pedrógão Pequeno, foi suprimido em 1836, e integrado novamente na Sertã.
Em Pedrógão Pequeno terão existido dois pelourinhos antigos, sendo o actual resultado de uma reconstrução datada de 1959. É conhecida a história do derrube do primeiro pelourinho, levantado aquando da primitiva elevação da localidade a vila, em 1448: aparentemente, os moradores da Sertã terão ficado desagradados com a recente autonomia do Pedrógão, e no mesmo ano destruíram o pelourinho e a forca. O segundo monumento, encimado pela esfera armilar, seria construído na sequência do foral manuelino, e resistiria na vila até 1882, quando foi derrubado por acidente (E. B. de Ataíde MALAFAIA, 1997). Os poucos fragmentos conservados foram aparentemente incluídos na reconstituição moderna, erguida no Largo de São Sebastião.
O pelourinho levanta-se sobre plataforma de três degraus circulares, de aresta. A base é constituída por uma singela moldura circular, em bocel, a partir da qual se eleva a coluna, cilíndrica e lisa, constituída por um tronco monolítico e um pequeno acrescentamento superior, com a mesma secção. Não existe capitel, mas apenas duas estreitas molduras circulares mediadas por uma curta gola, e encimadas por ábaco circular saliente. O remate consta de uma esfera de boas dimensões, golpeada em gomos bem marcados, encimada por pequena esfera armilar sobre peanha. No fuste existe uma inscrição com a data do restauro (1959). SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde