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Aqueduto de Setúbal, também conhecido por Aqueduto da Estrada dos Arcos - detalhe

Designação

Designação

Aqueduto de Setúbal, também conhecido por Aqueduto da Estrada dos Arcos

Outras Designações / Pesquisas

Aqueduto dos Arcos / Aqueduto de Setúbal(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Aqueduto

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Setúbal / Setúbal / Setúbal (São Julião, Nossa Senhora da Anunciada e Santa Maria da Graça)

Endereço / Local

Estrada dos Arcos
Alferrara

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 516/71, DG, I Série, n.º 274, de 22-11-1971 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Construído no reinado de D. João II - ao que tudo indica em data próxima a 1487 -, o Aqueduto quatrocentista de Setúbal é uma das obras de arquitectura civil mais marcantes na paisagem da cidade. Actualmente conservam-se dois troços principais, num percurso que inicialmente se estendia por vários quilómetros, desde as nascentes, situadas no concelho de Palmela, até às muralhas da cidade.
A estrutura arquitectónica é comum em obras contemporâneas de função idêntica, com alguns troços a dois pisos organizados em arcarias diferenciadas, as do primeiro piso de maior vão e altura e as do segundo, de vão duplo e de menores dimensões. A racionalidade do projecto está patente no sistema homogéneo de contrafortagem, com contrafortes dispostos regularmente ao longo de cada troço.
A utilidade e a importância desta obra de abastecimento de água à cidade estão bem patentes nas obras de beneficiação de que foi objecto ao longo dos tempos. Em 1693 construíu-se o chafariz defronte dos Paços do Concelho, marca de poder concelhio na renovação do abastecimento de água à cidade que continuava a fazer-se pelo velho aqueduto.
Mais recentemente, à medida que perdeu as funções para as quais foi originalmente construído, o aqueduto de Setúbal foi parcialmente destruído pelo processo de urbanização dos antigos arredores da cidade, dinâmica construtiva que ainda hoje se mantém e que dificilmente tem em conta as necessidades de conservação e de protecção do património histórico-cultural.
PAF

Imagens

Bibliografia

Título

Valores municipalis a defender - o aqueduto da Estrada dos Arcos, O Setubalense, 10 de Novembro de 1965

Local

-

Data

-

Autor(es)

SILVA, Carlos Manuel Lindo Tavares da