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Pelourinho de Vilar Seco - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Vilar Seco

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Vilar Seco(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viseu / Nelas / Vilar Seco

Endereço / Local

Avenida Dr. Fortunato de Almeida
Vilar Seco

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A história de Vilar Seco está intimamente ligada à do antigo concelho de Senhorim, do qual chegou a ser sede. Senhorim teve primeiro foral outorgado por D. Afonso Henriques, conforme se pode ler no preâmbulo do foral manuelino de 1514. No século XIII, o concelho era formado pelos territórios das actuais freguesias de Senhorim, Nelas, Santar e Vilar Seco. Esta última foi instituída como cabeça do concelho, em substituição da Vila de Senhorim, recebendo o pelourinho na sequência da doação do foral novo de D. Manuel. Na mesma altura se terá construído a casa da Câmara e cadeia comarcã em Vilar Seco, que a tradição oral ainda hoje evoca ter existido anteriormente no Largo do Terreiro de Senhorim. Este concelho foi extinto em 1852, passando a integrar o de Nelas, e o pelourinho acabou por ser destruído, em data incerta. O monumento actual é uma reconstituição de 1949, que tomou em conta outros pelourinhos do género, e ainda o único elemento que restava do original, nomeadamente a base da gaiola (em muito mau estado de conservação).
O pelourinho possui base de três degraus octogonais, de aresta, sendo composto por coluna oitavada e remate em gaiola. Esta é formada por uma taça oitavada, de faces côncavas, assente sobre duas estreitas molduras octogonais, e com rebordo rematado por molduração idêntica; sobre o rebordo existem oito colunelos baixos, que sustentam um chapéu em cúpula octogonal rebaixada, encimada por um pináculo embolado. SML

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde