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Pelourinho de Pinheiro de Ázere - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Pinheiro de Ázere

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Pinheiro de Ázere(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viseu / Santa Comba Dão / Pinheiro de Ázere

Endereço / Local

Largo do Pelourinho
Pinheiro de Ázere

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Pinheiro de Ázere, antiga Santa Maria do Pinheiro, terá pertencido à Ordem do Templo, e posteriormente à Ordem de Cristo, quando foi cabeça da respectiva comenda. Apesar da antiguidade, não se lhe conhece carta de foral anterior ao documento manuelino, concedido em 1514. O concelho foi extinto em 1836, passando para o de São João de Areias, e posteriormente (1895 para o de Santa Comba Dão, do qual é actual freguesia. Embora o pelourinho que conserva, em largo central da povoação e diante da suposta antiga casa da câmara, date já do século XVII, este é o único de que existe notícia, não se conhecendo um exemplar manuelino.
Trata-se de um monumento muito singelo, adossado a uma casa de habitação, cujo muro cortou (ou absorveu) parte dos degraus da plataforma. Esta é constituída por dois degraus circulares de aresta, de boa altura, e num estilo rústico. O térreo encontra-se parcialmente embebido no pavimento de terra batida. A base da coluna parece formar um terceiro degrau, apenas mais elevado que os restantes. O fuste é cilíndrico e liso, e ainda exibe, pouco acima da sua metade, dois orifícios quadrangulares diametralmente opostos, possivelmente destinados a ferros de sujeição, ou à fixação de um braço horizontal. A coluna é encimada por três molduras circulares lisas, crescentes, a partir das quais segue um último troço do fuste, finalmente rematado por um toro e um pequeno tronco cónico com o topo boleado, sem grimpa. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde