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Pelourinho de Longroiva - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Longroiva

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Longroiva(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Guarda / Mêda / Longroiva

Endereço / Local

Largo da Praça
Longroiva

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 47 508, DG, I Série, n.º 20, de 24-01-1967 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Longroiva, actual freguesia de Meda, foi sede de concelho entre 1124, quando terá recebido foral de D. Teresa, e 1836, data da sua extinção. Detinha uma posição estratégica determinante, durante a Reconquista, e veio a pertencer por via da sua importância militar aos cavaleiros da Ordem do Templo, por doação de 1145. Foi depois comenda da Ordem de Cristo. Teve foral novo dado por D. Manuel, em 1510, talvez contemporâneo da construção do pelourinho. Este monumento foi derrubado em 1883, e as pedras foram aproveitadas em obras particulares. Foi restaurado em 1961, junto da antiga cadeia, tendo sido possível recuperar pelo menos a peça de remate.
O pelourinho ergue-se sobre plataforma de factura moderna, constituída por três degraus octogonais, de aresta, o térreo percialmente embebido no pavimento, e o superior apresentando uma inscrição. Nele pode ler-se D. 1883 R. 1960, aludindo às datas de derrube e reconstrução. Sustenta coluna de secção octogonal e faces lisas, com cerca de quatro metros de altura. No topo do fuste assenta directamente o remate, composto por bloco prismático alto, onde se adossa um grande escudo régio coroado, como coroa aberta, e terminando em bico. No remate está cravado um cata-vento de galo em ferro, moderno.
Ainda que seja geralmente referido que a coluna é original, a observação da mesma indica que se trata igualmente de obra recente. Desta forma, apenas o remate corresponderá ao monumento primitivo, aparentemente quinhentista. A reconstrução foi feita de acordo com a reconstituição conjectural do arqueólogo e etnógrafo Adriano Vasco Rodrigues. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Manuelino. À descoberta da arte do tempo de D. Manuel I

Local

Lisboa

Data

2002

Autor(es)

DIAS, Pedro

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde