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Cruzeiro de Sacraparte, também denominado «Cruzeiro de Sacaparte» - detalhe

Designação

Designação

Cruzeiro de Sacraparte, também denominado «Cruzeiro de Sacaparte»

Outras Designações / Pesquisas

Convento de Nossa Senhora de Sacaparte / Santuário de Nossa Senhora de Sacaparte(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Cruzeiro

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Guarda / Sabugal / Alfaiates

Endereço / Local

- acesso pela EN 233-3. Sacaparte
-

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Declaração de Rectificação n.º 10-E/96, DR, I Série-B, n.º 127, de 31-05-1996 (rectificou a designação) (ver Declaração)
Decreto n.º 2/96, DR, I Série-B, n.º 56, de 6-03-1996 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Implantado no largo fronteiro à igreja do convento de Nossa Senhora de Sacaparte, o cruzeiro é contemporâneo da renovação setecentista deste templo, caracterizando-se pela mesma linguagem barroca. Testemunho da vivência religiosa exterior, que imprime aos espaços e caminhos uma dimensão sagrada, o cruzeiro deveria complementar as manifestações religiosas da igreja e do convento, que ciclicamente atraíam os crentes que aqui se deslocavam em romaria.
A vocação religiosa do local parece ser bastante remota, mas o templo que hoje conhecemos é uma construção de cerca de 1726, ano em que D. João V doou a antiga ermida aos Padres da Congregação de S. Camilo de Lelis, também conhecidos por Congregados de Tomina, onde nasceu a primeira casa da congregação. As hospedarias e o hospital já existiam, e os religiosos edificaram apenas o convento, reformando ainda o templo.
O cruzeiro assenta sobre um soco formado por quatro degraus circulares com coluna rematada por capitel compósito decorado por querubins. Este, serve de base à coluna onde figura a imagem de Cristo, sobre a cabeça de Adão, terminando numa cartela com a inscrição INRI.
(Rosário Carvalho)

Bibliografia

Título

Os pelourinhos e os cruzeiros, Arte Portuguesa, As Artes Decorativas (dir. João Barreira), pp. 75-104

Local

Lisboa

Data

-

Autor(es)

CHAVES, Luís

Título

Cruzeiros de Portugal: contribuições para o seu catálogo descriptivo, Sep. do Boletim da Real Associação dos Architectos Civis e Archeologos Portuguezes

Local

Lisboa

Data

1910

Autor(es)

VITERBO, Francisco M. de Sousa