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Celeiro do Marquês de Pombal (antigo), também denominado «Celeiro da Quinta da Gramela» - detalhe

Designação

Designação

Celeiro do Marquês de Pombal (antigo), também denominado «Celeiro da Quinta da Gramela»

Outras Designações / Pesquisas

Celeiro do Marquês de Pombal / Celeiro da Quinta da Gramela / Museu Municipal Marquês de Pombal(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Celeiro

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Leiria / Pombal / Pombal

Endereço / Local

Praça Marquês de Pombal
Pombal

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 67/97, DR, I Série-B, n.º 301, de 31-12-1997 (ver Decreto)
Despacho de homologação de 22-10-1996 do Ministro da Cultura
Parecer favorável de 8-10-1996 do Conselho Consultivo do IPPAR
Proposta de classificação como IIP de 16-05-1994 da DRCoimbra
CM de Pombal envia mais elementos em 22-10-1990
CM de Pombal envia elementos em 16-12-1987
Presidente do IPPC determina em 19-03-1985 que se estude a classificação

ZEP

Portaria n.º 435/2012, DR, 2.ª série, n.º 179, de 14-09-2012 (sem restrições) (ver Portaria)
Despacho de homologação de 4-03-2010 do Secretário de Estado da Cultura (em vigor após publicação no DR)
Parecer favorável de 23-04-2008 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P
Proposta de 13-12-2007 da DRCCentro

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Entre os anos de 1777 e 1782 a malha urbana da parte "baixa" da vila de Pombal foi reordenada a mando de Sebastião José de Carvalho e Melo, 1º Marquês de Pombal, que na época se encontrava exilado na vila. Durante os anos que ali residiu, o Marquês mandou edificar na designada Praça Velha, junto à igreja matriz, a cadeia, edificada no local onde estava implantado o pelourinho, e um celeiro.
Este celeiro servia para recolher os rendimentos da Quinta da Gramela, uma propriedade pertencente ao Marquês situada a três quilómetros da vila de Pombal. Embora seja um edifício funcional, foi edificado segundo o modelo pombalino criado para os edifícios da Baixa de Lisboa, aplicando-se também aqui a estrutura da gaiola .
De planimetria rectangular disposta longitudinalmente, o edifício do celeiro divide-se em dois pisos. A fachada principal apresenta no piso térreo o portal rasgado ao centro, encimado pelo brasão do Marquês, ladeado por quatro grandes janelas de moldura "pombalina". Dividido por um friso, o piso superior possui cinco janelas rectangulares, dispostas em simetria com as aberturas do piso inferior.
Na zona posterior do celeiro existe um pátio onde foi edificada uma escadaria dupla que dá acesso ao piso superior do edifício.
No espaço interior destaca-se a cobertura de madeira que suporta o telhado, que lembra o casco de um navio, tendo sido edificada segundo as técnicas anti-sísmicas aplicadas nos prédios de Lisboa construídos depois do terramoto de 1755.
Catarina Oliveira
GIF/IPPAR/2006

Imagens