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Conjunto constituído pelo Antigo Edifício dos Paços dos Concelho, Pelourinho e Pedra de Armas de Ribeira de Soaz - detalhe

Designação

Designação

Conjunto constituído pelo Antigo Edifício dos Paços dos Concelho, Pelourinho e Pedra de Armas de Ribeira de Soaz

Outras Designações / Pesquisas

Câmara Municipal de Ribeira de Soaz (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Paço

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Braga / Vieira do Minho / Caniçada e Soengas

Endereço / Local

- Lugar do Paço
Vieira do Minho

Proteção

Situação Actual

Procedimento caducado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Procedimento caducado nos termos do artigo 78.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, DR, 1.ª série, N.º 206 de 23-10-2009 (ver Diploma)
Despacho de concordância de 9-02-1987 do presidente do IPPC
Parecer de 20-01-1987 do Conselho Consultivo do IPPC a solicitar a rigorosa delimitação do conjunto
Proposta de 3-11-1986 do IPPC (Norte) para a classificação do conjunto constituído pelo Pelourinho (já classificado), Edifício e Pedra de Armas
Proposta de 21-05-1985 do Serviço Regional de Arqueologia da Zona Norte para a classificação do antigo edifício dos Paços do Concelho de Ribeira de Soaz

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Ribeira de Soaz teve foral dado por D. Manuel, em 1515, de cuja atribuição poderá ter resultado a construção de uma primeira Casa da Câmara, da qual não há notícia. O edifício actualmente em vias de classificação deverá datar já do século XVII, sendo coevo do pelourinho, erguido em 1672. Porém, deste imóvel dos Paços dos Concelho pouco resta ao presente, uma vez que a construção original foi demolida pela Junta de Freguesia local em 1988. Embora se tivesse então planeado a reconstrução, aliás iniciada de imediato, não se chegou sequer a erguer na totalidade o piso térreo. A obra, ainda a cargo da Junta, foi deixada ao abandono, permitindo verificar que não respeitava, em princípio, as técnicas construtivas seiscentistas. Desta construção não é possível identificar mais do que a planta em L, e o arranque de portas e janelas. Ao que parece, existe ainda um arco, que servia de remate ao caminho de acesso ao conjunto, hoje desmantelado e conservado numa casa particular, a semelhança do que se passará com o remate do pelourinho, cuja coluna se levanta nas imediações (após ter sido descolcado de outro local vizinho).
Embora o referido pelourinho já estivesse classificado (IIP, Decreto n.º 23 122, DG n.º 231, de 11-10-1933), a proposta de classificação do edifício camarário integrava este monumento, então desmantelado, bem como uma pedra de armas com escudo régio, que se supunha proveniente dos Paços do Conselho. O pelourinho foi entretanto reconstruído, e esta pedra encontra-se recolocada no seu fuste, de onde seria realmente originária.
Sílvia Leite / DIDA - IGESPAR, IP / 2011

Imagens