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Igreja de Santo António, claustro e ruínas do antigo Convento dos Frades, também designado por Convento de Santo António - detalhe

Designação

Designação

Igreja de Santo António, claustro e ruínas do antigo Convento dos Frades, também designado por Convento de Santo António

Outras Designações / Pesquisas

Convento de Santo António / Igreja de Santo António de Pinhel(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Convento

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Guarda / Pinhel / Pinhel

Endereço / Local

- -
Pinhel

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Declaração de retificação n.º 277/2014, DR, 2.ª série, n.º 51, de 13-03-2014 (retificou a freguesia indicada no diploma anterior) (ver Declaração)
Portaria n.º 21/2014, DR, 2.ª série, n.º 7, de 10-01-2014 (ver Portaria)
Procedimento (indevidamente) prorrogado até 31-12-2011 pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Despacho de homologação de 27-07-1985 do Ministro da Cultura
Parecer de 9-07-1985 do Conselho Consultivo do IPPC a propor a classificação como IIP
Proposta de classificação de 22-03-1973 da CM de Pinhel, após deliberação camarária de 26-01-1973

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Fundado em 1727 por alvará de D. João V, o convento de Santo António de Pinhel começou a ser construído a 16 de Dezembro de 1731, dia em que Francisco Fagundo Lopes, Arcediago de Vila Nova de Cerveira, lançou a primeira pedra. A vida deste convento não seria muito longa, uma vez que, cerca de um século mais tarde a Lei de Extinção das Ordens Religiosas ditou o seu encerramento. Foi depois adquirido por António Sequeira de Seixas, que doou a igreja à Santa Casa da Misericórdia de Pinhel. Já no início do século XX, todo o conjunto foi objecto de um violento incêndio, que destruiu grande parte das dependências conventuais. Estas, viriam a ser intervencionadas tal com a igreja, a partir de 1983, num projecto de recuperação assinado pelo arquitecto José Duarte Madeira.
O complexo é composto pela igreja, de planta longitudinal, e pelas dependências do convento, que se desenvolvem a partir do templo e do claustro, este de planta quadrada. A fachada da igreja abre-se para um adro com cruzeiro, e obedece à depuração própria dos capuchos. Um arco de asa de cesto ladeado por dois óculos, permite o acesso ao nártex que antecede a entrada na igreja. Sobre este, uma janela e um óculo que se prolongam até á empena que remata o alçado. À direita, a torre encontra-se avançada em relação à igreja, apresentando três registos, o último dos quais aberto pela sineira de volta perfeita.
No interior, a nave única articula-se com a capela-mor, mais baixa e estreita, através de arco triunfal de volta perfeita. Para além das capelas laterais, com arco em cantaria, destacam-se os altares colaterais, de talha já neoclássica, e o retábulo-mor, de talha durada e branca, que comunga da mesma linguagem.
Uma referência final para o claustro, de planta quadrada e com arcada de capitéis toscanos sobre murete.
(Rosário Carvalho)

Imagens

Bibliografia

Título

Pinhel Falcão, 2ª ed.

Local

Pinhel

Data

1996

Autor(es)

MARTA, Ilídio da Silva