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Fonte dos Escudeiros, também designada Fonte Renascentista da Praça da República - detalhe

Designação

Designação

Fonte dos Escudeiros, também designada Fonte Renascentista da Praça da República

Outras Designações / Pesquisas

Fonte da Praça da República / Fonte da Renascença / Fonte dos Escudeiros / Fonte Renascentista / Fonte dos Amores(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Fonte

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Évora / Viana do Alentejo / Viana do Alentejo

Endereço / Local

Praça da República
Viana do Alentejo

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 504/2011, DR, 2.ª série, n.º 76, de 18-04-2011 (ver Portaria)
Despacho de homologação de 10-08-2010 do Secretário de Estado da Cultura
Parecer favorável de 3-03-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 17-10-2008 da DRC do Alentejo para a confirmação do despacho de classificação como IIP
Edital de 14-05-2008 da CM de Viana do Alentejo
Despacho de homologação de 31-10-1975
Parecer de 24-10-75 da 4.ª Subsecção da 2.ª Secção da JNE a propor a classificação como IIP

ZEP

Portaria n.º 504/2011, DR, 2.ª série, n.º 76, de 18-04-2011 (sem restrições) (ver Portaria)
Despacho de homologação de 10-08-2010 do Secretário de Estado da Cultura
Parecer favorável de 3-03-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 17-10-2008 da DRC do Alentejo para que não seja fixada uma ZEP individual, atendendo a que o bem se encontra abrangido pela do Castelo e Igreja Matriz de Viana do Alentejo

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Fonte embebida numa parede do edifício dos Paços do Concelho de Viana do Alentejo, em plena Praça da República. Trata-se de uma construção da última metade do século XVI, de tipologia renascentista, certamente contemporânea das obras de melhoramento da praça na mesma época (Túlio ESPANCA, 1978). O vão da fonte é delimitado por duas arcadas de volta perfeita, num conjunto de sabor mudéjar, com colunelos esguios e capitéis coríntios. Ao centro, sobre o mainel, é ainda possível ver-se a base do que teria sido um brasão régio (IDEM, ibidem). A fonte consta de um reservatório com murete em mármore branco da região, de onde a água corria, através de cinco bicas, para um tanque contíguo, cujo anteparo, liso, se encontra muito desgastado no bordo superior. De acordo com fotografias antigas, o reservatório encontrava-se fechado, com cobertura e parede em alvenaria, erguida até metade da altura do vão. Hoje em dia esta parede está demolida, estando os dois tanques à mesma altura. A fonte é antecedida por um murete ou guarda de cantaria, decorado com quatro almofadas quadradas, flanqueadas por motivos decorativos isolados. A segunda almofada, ou painel, encontra-se desde há muito fendida, sendo impossível a sua leitura; as restantes ostentam apenas um símbolo central, aparentemente um J na primeira, um C invertido na terceira, e um L invertido (ou esquadro) na quarta. À esquerda do conjunto encontra-se uma figura de bailadeira, quase ilegível, e à direita um jarrão com flores. A borda era percorrida por um friso de motivos geométricos e naturalistas, hoje muito desgastado.
Sílvia Leite / DIDA/IGESPAR, I.P./2009

Imagens

Bibliografia

Título

Inventário Artístico de Portugal - vol. IX (Distrito de Évora, Zona Sul, volume I)

Local

Lisboa

Data

1978

Autor(es)

ESPANCA, Túlio