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Casa São Sebastião, onde se encontra a Biblioteca Municipal de Vila do Conde, e jardim - detalhe

Designação

Designação

Casa São Sebastião, onde se encontra a Biblioteca Municipal de Vila do Conde, e jardim

Outras Designações / Pesquisas

Casa de São Sebastião / Centro de Memória (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) / Jardim da Casa de São Sebastião (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Casa

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Porto / Vila do Conde / Vila do Conde

Endereço / Local

Rua da Lapa
Vila do Conde

Proteção

Situação Actual

Procedimento caducado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Procedimento caducado nos termos do artigo 78.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, DR, 1.ª série, N.º 206 de 23-10-2009 (ver Diploma) , alterado pelo Decreto-Lei n.º 265/2012, DR, 1.ª série, n.º 251, de 28-12-2012 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado até 31-12-2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Despacho de abertura de 2-10-1995

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Edificada, muito possivelmente, no século XVIII, a Casa de São Sebastião foi, posteriormente, pertença da família Faria (FERREIRA, 1912, p. 71), acolhendo, desde 1995, as instalações da Biblioteca Municipal de Vila do Conde.
A sua longa fachada, de dois andares, com vãos ritmados e simétricos inscreve-se nos modelos da arquitectura civil setecentista. Um conjunto de pilastras, pouco destacadas e coroadas por pináculos, dividem o alçado em três secções, das quais se destaca a do extremos esquerdo por quebrar o ritmo e a continuidade observada nas restantes. De facto, é aqui que se encontra o portal de entrada, definido por uma moldura em granito que acompanha o arco abatido do vão, ladeado por duas pilastras e rematado por um frontão contracurvado interrompido. Este, é enquadrado por duas janelas de sacada, ao nível das demais que se abrem nesta fachada, formando uma linha contínua, que testemunha o tratamento privilegiado do andar nobre. A regularidade do alçado é complementado pelos vãos do piso térreo, onde se alterna um conjunto de portas e janelas gradeadas, de dimensões reduzidas. Remata o conjunto um outro volume, com janelas de lintel semicircular, que constitui uma espécie de mirante.
A fachada lateral repete um esquema muito semelhante, mas as molduras das janelas de guilhotina no primeiro piso unem o embasamento e o friso de separação entre os andares.
Acede-se ao interior através do portal principal, que se abre para um pátio interior com dupla escadaria em granito de acesso ao andar nobre. Uma última referência para a torre ameada a sul, de gosto romântico, que poderá testemunhar algumas das intervenções de época posterior a que este imóvel foi sujeito, nomeadamente no século XIX.
(Rosário Carvalho)

Bibliografia

Título

Solares Portugueses

Local

Lisboa

Data

1988

Autor(es)

AZEVEDO, Carlos de

Título

Vila do Conde

Local

Lisboa

Data

1998

Autor(es)

MIRANDA, Marta

Título

Azurara do Minho - Breve Notícia Histórica

Local

Lisboa

Data

1912

Autor(es)

FERREIRA, Augusto

Título

Vila do Conde e o seu Alfoz - Origens e Monumentos

Local

Porto

Data

1923

Autor(es)

FERREIRA, Augusto