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Torre do Carvalhal, também denominada «dos Lafetas ou Lafeitas» - detalhe

Designação

Designação

Torre do Carvalhal, também denominada «dos Lafetas ou Lafeitas»

Outras Designações / Pesquisas

Torre dos Lafetas
Torre dos Lafeitas / Torre do Carvalhal / Torre dos Lafetás / Torre dos Lafeitas(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Torre

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Leiria / Bombarral / Carvalhal

Endereço / Local

Largo de D. Nuno Álvares Pereira
Carvalhal

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 45/93, DR, I Série-B, n.º 280, de 30-11-1993 (ver Decreto)
Edital N.º 31/84 de 31-12-1984 da CM do Bombarral
Edital N.º 23/84 de 22-10-1984 da CM do Bombarral
Despacho de homologação de 25-08-1984 do Ministro da Cultura
Despacho de concordância de 20-08-1984 do vice-presidente do IPPC
Parecer de 7-08-1984 da Assessoria Técnica do IPPC a propor a classificação como IIP
Em 14-06-1984 o Serviço Histórico-Militar enviou dados sobre o imóvel
Em 15-02-1984 foi solicitado ao Museu Militar um parecer sobre a eventual classificação
Processo iniciado em 1981 no IPPC

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Embora não existam dados suficientes que o confirmem, a tradição local afirma que a primitiva torre da povoação do Carvalhal terá sido edificada no século XII. As primeiras referências documentais à Torre do Carvalhal datam do século XIII, quando D. Sancho II doou o edifício, por disposição testamentária, a um fidalgo de Vila Verde dos Francos.
No início do século XVI a torre mudava de proprietário, e também de designação. Terá sido o mercador italiano João Francisco de Lafetá que nos primeiros anos da centúria adquiriu a torre, adaptando a sua estrutura a um paço residencial.
À torre quadrada que se divide em dois pisos foi adossado lateralmente um corpo rectangular, e todo o conjunto é marcado pela disposição de janelas a espaço irregulares. De acordo com o gosto da época, a torre de estrutura defensiva terá sido mantida como símbolo de nobreza e prestígio, tão importante para o mercador italiano, que alguns anos mais tarde foi nomeado fidalgo da Casa Real e Comendador da Ordem de Cristo por D. João III.
Conhecida a partir de então como a Torre dos Lafetás, esta casa nobre manteve-se na posse da família até ao século XVIII.
Catarina Oliveira
GIF/IPPAR/2005

Imagens

Bibliografia

Título

Inventário Artístico de Portugal - Aveiro, Beja, Coimbra, Évora, Leiria, Portalegre, Porto e Santarém

Local

Lisboa

Data

2000

Autor(es)

SEQUEIRA, Gustavo de Matos