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Edifício na Rua Ocidental ao Campo Grande (primitiva casa de Joaquim Pires Mendes) - detalhe

Designação

Designação

Edifício na Rua Ocidental ao Campo Grande (primitiva casa de Joaquim Pires Mendes)

Outras Designações / Pesquisas

Edifício na Rua Ocidental ao Campo Grande, 101-103 / Casa de Joaquim Pires Mendes / Edifício na Rua Ocidental ao Campo Grande, n.º 101 a 103(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Edifício

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Lisboa / Alvalade

Endereço / Local

Rua Ocidental do Campo Grande
Lisboa

Número de Polícia: 101-103

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 2/96, DR, I Série-B, n.º 56, de 6-03-1996 (ver Decreto)
Edital N.º 30/93 de 2-03-1993 da CM de Lisboa
Despacho de homologação de 28-04-1981 do Secretário de Estado da Cultura
Parecer de 10-04-1981 da Comissão "ad hoc" do IPPC a propor a classificação como IIP
Proposta de classificação de 10-04-1981 do IPPC

ZEP

Despacho de homologação de 28-01-2008 da Ministra da Cultura (a ZEP entra em vigor após publicação no DR)
Parecer favorável de 19-03-2007 do Conselho Consultivo do IPPAR
Proposta de 14-02-2007 da DR de Lisboa

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A primitiva casa de Joaquim Pires Mendes sofreu grandes obras de reedificação no início do século XX, segundo o risco do arquitecto José Coelho. Destas obras destacamos a reconstrução total dos espaços interiores com aplicação de cantarias, alvenaria rebocada e pintada e friso de azulejos (com motivos alegóricos: puttis, cisnes e flores) nos panos murários exteriores.
A construção, de planta longitudinal e volumetria paralelipipédica, desenvolve-se em três registos - cave e dois andares.
A fachada principal composta por um corpo central, é ladeada por dois corpos divididos em três partes por pilastras de cantaria com decoração vegetalista, encimadas por cornija e coroadas por jarrões.
Da profusão de decoração arquitectónica salientamos a porta principal realizada em madeira almofadada, ladeada por duas janelas de fresta com vãos em ferro e com um arco abatido de cantaria talhado com folhas entrelaçadas, a partir do qual arrancam mísulas decoradas onde assenta a varanda do segundo piso.
Este edifício traduz um gosto eclético aplicado à arquitectura civil residencial.

Imagens