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Chafariz da Colher - detalhe

Designação

Designação

Chafariz da Colher

Outras Designações / Pesquisas

Fonte da Colher / Chafariz da Colher(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Chafariz

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Porto / Porto / Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória

Endereço / Local

Rua de Miragaia
Porto

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 28 536, DG, I Série, n.º 66, de 22-03-1938 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Construída em 1629, data incluida numa cartela de granito hoje praticamente imperceptível, a Fonte da Colher foi um dos muitos melhoramentos urbanos verificados na cidade do Porto durante, e imediatamente após, o governo de Filipe II. Localizada na zona ocidental da cidade, diante da Alfândega Nova, a construção de 1629 deve ter aproveitado uma estrutura anterior, designadamente medieval, chegando até hoje a notícia de que, em 1491, já existia uma fonte com este nome em Miragaia (Sereno, 1994; Noé, 1997).
A construção do século XVII, desafogada de construções adjacentes e certamente com maior impacto urbanístico que actualmente (em plena frente de Miragaia), deu lugar, nos dias de hoje, a uma pequena fonte, emparedada entre edifícios e a uma cota inferior à do solo. Para este "apagamento" muito contribuiram as obras da Rua Nova da Alfândega, em 1871, e a progressiva expansão da cidade e da construção em altura.
Na actualidade, a fonte não é mais que uma memória conservada do passado colectivo portuense, mas apresenta ainda as suas feições maneiristas iniciais. Sobre o pequeno pavimento (hoje praticamente quadrangular), onde se armazena a água, ergue-se uma parede almofadada horizontalmente que engloba a bica, sendo a estrutura delimitada por duas pilastras estriadas. Superiormente, a composição é delimitada por uma varanda, assente em modilhões também estriados, que faz já parte do prédio que se ergue sobre ela. Em 1940 foi restaurada pela Câmara Municipal do Porto, mas mantém-se, ainda hoje, como um edifício público urbanisticamente desajustado para a função que foi concebido.
PAF

Imagens

Bibliografia

Título

Porto a Património Mundial - Processo de Candidatura da Cidade do Porto à Classificação pela UNESCO como Património Cultural da Humanidade

Local

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Data

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Autor(es)

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Título

Inventário Artístico de Portugal: Cidade do Porto

Local

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Data

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Autor(es)

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