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Pelourinho de Paredes de Coura - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Paredes de Coura

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Paredes de Coura(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viana do Castelo / Paredes de Coura / Paredes de Coura e Resende

Endereço / Local

Largo Visconde de Moselos
Paredes de Coura

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A primeira referência conhecida a Coyra consta de uma carta de doação deste couto, feita por D. Teresa e D. Afonso Henriques, ao Bispo de Tuy. O primeiro foral da localidade, porém, terá sido outorgado apenas em 1257, por D. Afonso III. Será este o foral velho, referido no documento do foral novo manuelino, este datado de 1515. O concelho manteve-se até à actualidade, conservando ainda alguns testemunhos da sua antiga autonomia administrativa. Entre eles contam-se o edifício da velha cadeia comarcã, entretando recuperado e transformado em posto de turismo e auditório, e o pelourinho, que se ergue junto do primeiro, num largo central da vila. O pelourinho esteve, contudo, desmantelado e perdido durante muitos anos, tendo sido reconstruído em 1909. Apesar de ser, na maior parte, constituído por fragmentos da picota original, integra também alguns elementos datados da reconstrução.
O pelourinho ergue-se sobre plataforma de três degraus quadrangulares, de aresta, de factura moderna, à semelhança do plinto quadrangular que nela assenta, servindo de base à coluna. Esta tem fuste liso e cilíndrico, sobre toro e listel, e rematado no topo por uma moldura lisa, mera indicação de capitel. O monumento é encimado por pedestal composto por dois troncos cilíndricos de faces côncavas, rematados com pequenos tabuleiros quadrangulares, um sobre o outro. Neste pedestal pousa o remate propriamente dito, constituído por uma grande esfera lisa, com um escudo nacional adossado, e coroada por um cone embolado muito esguio. O conjunto aparenta ser de construção seiscentista, seguindo um modelo muito típico pela sobriedade decorativa, e ao mesmo tempo pelo carácter lúdico do jogo de sombras e volumes arquitectónicos, conseguido através da conjugação de sólidos geométricos simples. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde