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Pelourinho de Abreiro - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Abreiro

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Abreiro (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Bragança / Mirandela / Abreiro

Endereço / Local

Largo do Pelourinho
Abreiro

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Abreiro recebeu foral logo em 1225, outorgado por D. Sancho II e confirmado por D. Afonso III em 1250. Teve foral novo, dado por D. Manuel, em 1514. O seu pelourinho, localizado num pequeno largo da actual aldeia, terá sido construído na época do foral manuelino, de acordo com a sua tipologia. Levanta-se sobre um soco de três degraus quadrangulares muito rústicos, de pedra aparelhada, e é constituído por base, coluna, capitel e remate, em granito. A base tem secção octogonal, resultante da chanfradura dos ângulos de um paralelepípedo ao alto, com as faces chanfradas (mais estreitas) decoradas com um pequeno motivo em cruz, com dois braços horizontais, junto à base. A transição para o fuste faz-se através de uma peça tronco-piramidal de secção octogonal, com rebordo inferior e superior. O fuste é igualmente de secção octogonal, em tambores, e é rematado por um troço de secção idêntica entre dois rebordos salientes, em colarinho, reproduzindo o esquema da base. Sobre este assenta o capitel, de dimensões superlativas, constando de uma série de molduras côncavas, de secção crescente, e de um prisma quadrangular com as faces ornadas de escudos de bico contracurvado. A heráldica representada é ilegível em três faces, aparentemente picadas, percebendo-se na quarta as armas nacionais (cinco quinas com bordadura de castelos). O remate é constituído por uma pirâmide de secção quadrada, interceptada no topo por outra, pequena e saliente.
O pelourinho caiu em 1962, tendo sido então reconstruído. As marcas dessa reconstrução são bem visíveis no monumento, particularmente ao longo do fuste, que integra peças de coloração distinta. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde