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Pelourinho de São Martinho de Mouros - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de São Martinho de Mouros

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de São Martinho de Mouros(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viseu / Resende / São Martinho de Mouros

Endereço / Local

Largo do Concelho
São Martinho de Mouros

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

São Martinho de Mouros foi concelho anterior à Nacionalidade, com primeiro foral dado por Fernando Magno, rei de Leão e Castela, e confirmado por D. Teresa em 1121. Teve foral novo manuelino, outrogado em 1513. O concelho perdeu a autonomia judicial em 1840, e foi finalmente extinto em 1855, data na qual passou para o concelho de Resende, do qual é actual freguesia. Conserva um pelourinho, levantado no largo central da povoação, diante da antiga Casa da Câmara.
O pelourinho assenta num soco constituído por uma plataforma muito elevada, que sustenta quatro degraus octogonais, de aresta. A plataforma seria igualmente octogonal, mas foi cortada em três lados, ficando com cinco faces. A coluna tem base quadrada, sendo a partir daí de secção octogonal, conseguida através do chanframento das suas arestas. Possui um aro metálico a menos de meia altura, com ferros de sujeição. O capitel é composto por uma moldura circular torsa, encimada por outra moldura quadrangular, também decorada com torcículos. Remata em ábaco ou tabuleiro quadrado, que suporta a base saliente de um prisma rectangular, rematado em abóbada de barrete de clérigo , com faces cavadas e molduradas. Em cada face estão relevos heráldicos, nomeadamente um escudo das cinco quinas, uma cruz de Avis, e duas cruzes de Cristo. Junto do escudo figura a data de 1601, provavelmente respeitante à construção do pelourinho. Sobre o bloco terminal eleva-se ainda um pequeno cogulho.
Sílvia Leite

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde