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Pelourinho de Alfarela de Jales - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Alfarela de Jales

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Alfarela de Jales(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Vila Real / Vila Pouca de Aguiar / Alfarela de Jales

Endereço / Local

Lugar da Praça
Alfarela de Jales

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

O primeiro foral comprovado de Alfarela de Jales data de 1273, e foi outorgado por D. Afonso III à antiga vila, actual freguesia de Vila Pouca de Aguiar. Trinta anos mais tarde, em 1303, este foral foi anulado, seguindo-se-lhe de imediato novo documento, dado por D. Dinis em 1304. O último foral da povoação, que a constitui em sede de concelho, vigente até 1855, foi concedido por D. Manuel em 1514.
No entanto, a construção do pelourinho local parece mais tardia. Este monumento levanta-se num largo central, situado em cota elevada, dominando a povoação, junto a uma fonte moderna, uma casa senhorial e dois cruzeiros. É constituído por um soco de quatro degraus quadrangulares, de pedra aparelhada, o térreo semi-enterrado no pavimento, sobre o qual se ergue o conjunto da base, coluna e remate, em granito. A base da coluna é um paralelepípedo ao alto, com um pequeno ressalto inferior, rematada por estreita cornija saliente. Sobre esta assenta o fuste, liso e de secção circular. O capitel resume-se a uma moldura circular dupla, saliente, ao modo de astrágalo, e a um colarinho sobrepujado por ábaco redondo. O remate consta de um tabuleiro quadrangular, interceptado num dos lados por um brasão encimado por uma coroa aberta, e rematado em coração, onde se representam sete castelos em torno das cinco quinas. Ao centro do tabuleiro levanta-se um pináculo rematado em pinha ou chama. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde