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Património Cultural

Igreja matriz de São Silvestre do Gradil - detalhe

Designação

Designação

Igreja matriz de São Silvestre do Gradil

Outras Designações / Pesquisas

Igreja de São Silvestre, matriz do Gradil / Igreja Matriz do Gradil / Igreja Paroquial de Gradil / Igreja de São Silvestre (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Mafra / Enxara do Bispo, Gradil e Vila Franca do Rosário

Endereço / Local

-- -
Gradil

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 29/84, DR, I Série, n.º 145, de 25-06-1984 (ver Decreto)
Edital N.º 142/83 de 27-12-1983 da CM de Mafra
Despacho de homologação de 20-10-1983 do Ministro da Cultura
Parecer de 14-10-1983 da Assessoria Técnica do IPPC a propor a classificação como IIP
Em 12-09-1983 a CM de Mafra enviou a documentação solicitada
Em 5-07-1983 foi solicitado à CM de Mafra o envio de documentação para a instrução do processo de classificação
Proposta de classificação de 17-06-1983 da CM de Mafra

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Situada nas proximidades de Mafra, a povoação de Gradil foi doada por D. Dinis, no ano de 1302, a Pero Salgado, tesoureiro da corte. Com a morte deste, o aglomerado urbano voltou para a posse da Coroa, e em 1327 D. Afonso IV concedeu-lhe o primeiro foral. Em 1519 este documento era confirmado por nova carta de foral, doada por D. Manuel.
Desconhece-se a data da primitiva fundação da igreja matriz de Gradil. O actual templo data dos finais do século XVII, embora se conservem no seu interior elementos decorativos quinhentistas, que nos indicam a existência de uma igreja naquele local no início do século XVI.
O templo, dedicado a São Silvestre, desenvolve-se em planimetria rectangular, apresentando uma fachada de gosto barroco, cujo pano central é ladeado por duas torres sineiras. O portal principal é encimado pela janela do coro-alto e por um óculo, que rasga o frontão de coroamento da fachada.
O espaço interior, de nave única, é coberto por tecto de madeira, sendo as paredes laterais decoradas com painéis de azulejos setecentistas. Destaca-se no espaço do coro-alto o órgão de tubos, da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, irmão do escultor Machado de Castro, executado em 1801.
A capela-mor possui ao centro um retábulo seiscentista, de talha dourada barroca. No espaço da sacristia foi edificada uma fonte baptismal em pedra lavrada com relevos de mascarões e uma cabeça alada, de gosto maneirista muito erudito.
Catarina Oliveira
GIF/ IPPAR/ 2005

Imagens

Bibliografia

Título

Carta do Património do Concelho de Mafra. 1 - Lavabos de Sacristia, Boletim Cultural '97, pp.371-396

Local

Mafra

Data

1998

Autor(es)

VILAR, Maria do Carmo

Título

Carta do Património do Concelho de Mafra. 1. O Manuelino, Boletim Cultural '94, pp.309-318

Local

Mafra

Data

1994

Autor(es)

VILAR, Maria do Carmo

Título

Memórias e Memorialistas. 1. Memórias Paroquiais, Boletim Cultural '96, pp. 307-344

Local

Mafra

Data

1997

Autor(es)

GORJÃO, Sérgio

Título

Identidades. Património Arquitectónico do Concelho de Mafra

Local

Mafra

Data

2009

Autor(es)

FERNANDES, Paulo Almeida, VILAR, Maria do Carmo