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Ponte de Guifões - detalhe

Designação

Designação

Ponte de Guifões

Outras Designações / Pesquisas

Ponte Românica / Ponte de Guifões(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Ponte

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Porto / Matosinhos / Custóias, Leça do Balio e Guifões

Endereço / Local

Rua do Monte do Castelo
Lugar do Monte do Castelo

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 516/71, DG, I Série, n.º 274, de 22-11-1971 (ver Decreto)

ZEP

Portaria de 3-04-1973, publicada no DG, II Série, n.º 93, de 19-04-1973 (com ZNA)

Zona "non aedificandi"

Portaria de 3-04-1973, publicada no DG, II Série, n.º 93, de 19-04-1973

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

É sobre um dos menores rios portugueses, o Leça, e no sopé do Castro de Guifães, que se ergue a Ponte de Guifões, cujo fundo romano seria reaproveitado já em plena Idade Média, como sucederia com outras realidades arqueológicas registadas nas imediações.
As características naturais do caudal do rio Leça acabariam por condicionar a sua utilização, que, contrariamente ao que seria usual e pretendido pelas populações locais, acabaria por ser fruída para movimentar moinhos de água e não, propriamente, para finalidades estritamente agrícolas, pois as águas correm para Leça sem chegarem, de facto, a drenar os solos. Mas esta especificidade obrigaria de igual modo a uma construção muito própria da Ponte de Guifões, devido à força do caudal do rio, que oferece cotas bastante mais elevadas do que se observa geralmente noutros casos. Foi, também por isso, edificada em material pétreo bastante bem aparelhado e compactado, de forma assaz elevada e sinuosa sobre a corrente.
Com um tabuleiro de perfil horizontal de cerca de vinte metros de comprimento e reforçado através de guardas com aberturas semicirculares, a ponte apresentava na sua origem três arcos ogivais de dimensões variadas e respectivos talhamares. Da estrutura primitiva, chegaram até nós somente os arranques do arco da margem esquerda e parte do da margem direita, na sequência do forte temporal que assolou toda a região em 1979.
[Ana Martins]

Imagens

Bibliografia

Título

O Minho Pitoresco

Local

Lisboa

Data

1887

Autor(es)

VIEIRA, José Augusto

Título

Estradas e Pontes Romanas a Norte do Tejo

Local

Lisboa

Data

1995

Autor(es)

BRANDÃO, Augusto Pereira

Título

Guia de Portugal, v.4, t. I : Entre Douro e Minho, Douro Litoral

Local

Lisboa

Data

1983

Autor(es)

PROENÇA, Raul